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03 e 04/06 [Teatro] – Espetáculo CINEMA da Sutil Companhia e com direção de Felipe Hirsch, grátis no Teatro Popular do Sesi

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Espetáculo Cinema/Divulgação

Espetáculo Cinema/Divulgação

Temporada: de de 26 de março a 4 de julho de 2010, de quinta a domingo.

Com direção de Felipe Hirsch e cenografia assinada pela premiada Daniela Thomas, Cinema não é uma homenagem explícita à sétima arte. Depois da experiência atrás das câmeras – com o lançamento comercial do filme Insolação também programado para esta semana -, o diretor resolveu usar o cinema como uma metáfora para falar sobre ver e ser visto. “É um espetáculo sobre identificação, sobre como você vê e escolhe o que ver. Nós somos a imagem de quem nos assiste, nós somos o cinema”, conceitua o diretor, que selecionou 15 atores depois de abrir inscrições para testes via internet e ter mais de 1.350 concorrentes.

O grupo passou dois meses em Curitiba em um processo diretamente influenciado pelo cinema. No início de cada dia de ensaio, o grupo assistia a um filme diferente. Na lista constavam clássicos como 8 e ½, de Fellini, e O Desprezo, de Godard, ao lado de obras mais contemporâneas e algumas raridades.

De acordo com o diretor, a ideia seria detonar um processo de sensibilização dos atores, que criavam exercícios, cenas e situações estimulados pelo que viam. “Selecionamos filmes em que o ato de ver seria estimulado, nos sentidos racional, intelectual, emocional e sensorial’, explica Hirsch, que concebeu o roteiro final da peça a partir de mais de 600 exercícios criados em parceria com os atores.

Em cena, os personagens ocupam uma antiga sala de projeção, onde vão circular por estados emocionais diversos, por meio de poucos diálogos. Algumas acontecem ao mesmo tempo e cabe ao espectador escolher para onde olhar. Ele aposta também em uma espécie de ‘espelho’ que se formará entre a plateia ‘real’ e a do palco, dispostas frontalmente uma à outra.

A montagem conta com a iluminação de Beto Bruel – recentemente contemplado com o Prêmio Shell por Não Sobre o Amor – e os figurinos de Veronica Julian, parceira da companhia nos últimos trabalhos. A trilha sonora foi costurada com músicas ligadas ao universo cinematográfico.

A Companhia
Em quase 20 anos, Felipe Hirsch construiu uma carreira singular como diretor teatral. Sob seu comando, a curitibana Sutil Companhia de Teatro encenou mais de 20 espetáculos, acumulou centenas de prêmios e se tornou um dos núcleos mais estáveis de produção teatral do país. Entre os feitos deste período se destacam uma constante pesquisa de linguagem e o diálogo marcante com literatura, música, quadrinhos, cinema e artes plásticas.

Espetáculo Cinema/Divulgação

Espetáculo Cinema/Divulgação

A Peça
Cinema tem discreta inspiração em uma cena de Educação Sentimental do Vampiro (2007), penúltimo espetáculo da companhia, cujo mote eram os contos do também curitibano Dalton Trevisan. Uma das cenas, adaptada de Onde estão os Natais de Antanho, se passava exatamente em um decadente cinema de uma metrópole. Mais uma vez, o universo urbano marca o trabalho da Sutil Companhia, que recentemente abordou os desiludidos personagens de Will Eisner na bem-sucedida Avenida Dropsie (2005).

Duração: 90 minutos
Classificação Etária: Espetáculo não recomendado para menores de 14 anos. Será permitida a entrada do menor somente acompanhado dos pais ou responsável legal após preenchimento de um termo de autorização.

Fonte: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso/Teatro Popular do SESI – Capacidade: 456 lugares
Endereço: Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César – São Paulo/SP [Trianon-Masp]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS. Distribuição dos ingressos tem início a partir da abertura da bilheteria no mesmo dia do evento, às 12h. Apresentação aos sábados e domingos o ingresso é R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Dia: Quinta-feira a Domingo.
Horário: 20h
Temporada: de de 26 de março a 4 de julho de 2010
Gênero: Comédia dramática
Mais informações: Tel.: (11) 3146-7405/06

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01311-200, Brasil

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03 a 06/06 [Teatro] – Peça “Alice através do espelho” em temporada grátis no Centro Cultural FIESP-Ruth Cardoso

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Alice através do espelho/Divulgação

Alice através do espelho/Divulgação

Temporada: de 22 de Abril até 11 de julho de 2010, de quinta a domingo.

Dirigida por Rubens Velloso e produzida pelo Phila7, a peça foi inspirada no clássico do autor inglês Lewis Carroll. A estreia será em 22 de abril e as apresentações serão realizadas de quinta-feira a domingo, com entrada franca.

Alice através do espelho tem no elenco os jovens atores do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP, sob direção de Rubens Velloso com criação e produção do Phila7. O espetáculo estreia em 22 de abril e fica em cartaz até 11 de julho – de quinta-feira a sábado, às 20h30, e domingo, às 19h30 -, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

A peça, inspirada no clássico do inglês Lewis Carroll, é uma releitura contemporânea do texto original. Nesta montagem, Alice deixa um bilhete no espelho antes de ir embora de casa: “As coisas não fazem mais sentido. Vou desaparecer por um tempo. Por favor, não se preocupem”. Lorina, sua irmã, cria um blog chamado Wonderland (http://blog.phila7.com.br/) para encontrar Alice e tentar entender o quê não faz sentido. Rapidamente o blog transforma-se numa rede de encontros e seus integrantes usam como nicknames os personagens dos livros de Carroll. Alice posta uma mensagem no blog propondo um encontro com os blogueiros via skype. Três Alices – Alice Liddell; a Alice de Carroll; e uma Alice atual – partem para uma viagem em que a realidade mais palpável, o mundo das imagens, das representações, das subjetividades construídas pela ficção, constituem esta nova Wonderland.

Rubens Velloso conta que, por meio de diferentes linguagens – vídeo, corpo, texto e câmeras ao vivo -, o espetáculo convida o público a atravessar o espelho, indo em busca de quem é Alice hoje. “Alice é um processo, um espaço de experimentação. O corpo, a palavra, a imagem, os espaços e a luz são mutáveis, são permeáveis, pretendem estar sempre em expansões cognitivas e de sentidos”, revela.

O tema de entrar através do Espelho em um mundo imaginário, tornou-se frequente na atualidade, principalmente nas novas mídias: vídeo-clips, filmes de ficção e universos virtuais da web. “Tais mídias são mais que espelho e ferramentas do utilizador, são interfaces que permitem a passagem para existências virtuais – como o outro lado do espelho de Alice. Esse ponto de passagem é o que nos interessa, num contexto onde o limiar entre o “real” e “virtual”, animado e inanimado, o “eu” unitário e o “eu” múltiplo são difíceis de definir”, conclui.

Sobre o Phila7
O Phila7 surgiu no início de 2005 com o objetivo de pesquisar novas linguagens e diferentes mídias. Desde seu primeiro trabalho, tem na imagem e na tecnologia ferramentas para o desenvolvimento de novos caminhos para as artes cênicas. Formado por um coletivo de artistas de diferentes áreas, tendo o corpo presencial e a virtualidade como foco central, o Phila7 experimentou relações de contaminação de diversas linguagens artísticas.

Histórico do diretor
Rubens Velloso atua nas mais diversas áreas artísticas, do teatro ao cinema, passando pela música e artes-plásticas. Entre suas principais realizações para o teatro destacam-se encenações como O Círculo de Giz Caucasiano, A Alma Boa de Setsuam e Terror e Miséria no III Reich, todas de Bertolt Brecht. Ele explorou as diversas formas do teatro de vanguarda juntamente com o diretor Joe Chaikin, do grupo americano Open Theatre.

Em 2000, dirigiu a cantata cênica Carmina Burana, de Karl Orff, e Il Guarani, de Carlos Gomes, ambas no Theatro Municipal de São Paulo. Dois anos depois, ele dirigiu o espetáculo El Amor Brujo, no Teatro Glauce Rocha (Campo Grande).

Já em 2005, também dirigiu o espetáculo Galileu Galilei, de Bertolt Brecht. No ano seguinte, foi convidado pelo produtor Eduardo Bonito para dirigir, no Brasil, o espetáculo Play on Earth em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) e Jeffrey Tan (Cingapura). Dirigiu, ainda, A Verdade Relativa da Coisa em Si e RODA.

Há dois anos, dirigiu o espetáculo What’s Wrong with the World? em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) no Teatro OI Futuro, no Rio de Janeiro. Por fim, no ano passado, dirigiu WeTudo DesEsperando Godot, da Cia Phila7.

Ficha técnica:
Direção: Rubens Velloso
Preparação de atores: Beto Matos e Marcos Azevedo
Direção de Arte e Iluminação: Mirella Brandi
Direção de Produção: Marisa Riccitelli Sant´ana
Dramaturgia: Rubens Velloso, Beto Matos e Marcos Azevedo com a colaboração do núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP a partir da obra de Lewis Carroll
Elenco: Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP
Trilha sonora: Diego Casas e Muepetemo
Cenografia: Phila7 e Bijari
Figurinos: Novo Expressão de Moda por Carolina Semiathz e Teca Pasqua
Fotos divulgação: Ricardo Ferreira
Videografia e Design Gráfico: BijaRi
Realização: Phila7
Duração do Espetáculo: 75 minutos
Faixa etária: Não recomendado para menores de 12 anos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso – Mezanino (Capacidade: 50 lugares)
Endereço: Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César – São Paulo/SP [Trianon-Masp]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Quinta-Feira a domingo
Horário: Quinta-feira a sábado, às 20h30; domingo, às 19h30.
Temporada: Temporada: de 22 de Abril até 11 de julho de 2010
Gênero: Teatro pós-dramático
Mais informações: Tel.: (11) 3146-7405/06

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01311-200, Brasil

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03 a 06/06 [Infanto-Juvenis, Teatro] – Cia Druw recria universo infantil de Tarsila do Amaral no espetáculo de dança “VILA TARSILA”, grátis no Centro Cultural São Paulo

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Vila Tarsila/Divulgação

Vila Tarsila/Divulgação

Temporada: De 29 de Maio a 06 de Junho de 2010.

Em um roteiro que valoriza o lúdico, “Vila Tarsila” joga luzes nas memórias de infância de Tarsila do Amaral, e remonta sua trajetória criativa, desde suas primeiras impressões sobre cores e formas, até as origens dos elementos que influenciaram diretamente em sua criação artística.

“Vila Tarsila” tem o apoio da 6ª edição da Lei do Fomento à Dança do Município de São Paulo e transporta o espectador ao mundo antropofágico da artista, demonstrando que sua obra nasceu das experiências visuais das inúmeras viagens realizadas e das brincadeiras que recheavam as tardes na fazenda onde vivia em Capivari, interior de São Paulo, onde podia correr livremente entre pedras, árvores, cactus e brincar com bonecas feitas de mato, em contraponto com a educação francesa que recebeu de seus pais. Certamente, o ápice desse aprendizado foi o “Manifesto Antropológico”, criado em parceria com Oswald de Andrade em 1928 e que propunha a “devoração cultural das técnicas importadas para reelaborá-las com autonomia, convertendo-as em produtor de exportação”.

Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito buscaram referências em algumas telas da pintora modernista para inspirar os seis bailarinos/intérpretes-criadores e a atriz Luciana Paes, que estarão em cena. Pinturas como O Abaporu, A Negra, Sol Poente, O Lago, A Lua, Manacá, A Cuca, O Sapo, O Ovo ou Urutu e A Floresta trouxeram elementos visuais fundamentais para munir a dança contemporânea pesquisada há anos pela Cia. Druw. O cenário e o figurino de Marco Lima é a materialização dessas ideias e procura trazer a própria visão de Tarsila, retratando a década de 1920. A trilha sonora original de Natália Mallo, além de suas próprias criações, foi inspirada na obra de Villa-Lobos.

Para complementar a investigação artística iniciada em agosto de 2009, Druwe e Quito tomaram como suporte o livro Tarsila do Amaral – A Modernista, de Nádia Battella Gotlib, e a exposição Tarsila – A Viajante, que teve curadoria de Regina Teixeira, realizada na Pinacoteca do Estado. Dessas duas incursões persecutórias, Druwe e Quito descortinam os bastidores do movimento modernista, a vida cotidiana de Tarsila, seu processo criativo e sua relação com a arte.

Druwe considera cada quadro da artista “como se fosse uma ‘vila Tarsiliana’ por onde se passeia, com ponte, lago, povoado… Cada obra é um passeio artístico!”. Um dos pontos que mais interessou à dupla de criadoras foi a faceta viajante de Tarsila, que a cada viagem empreendida registrava seus caminhos em forma de desenhos. Daí foram criados os proto-humanos, criaturas da natureza recorrentes na obra de Tarsila, presentes no universo mágico de quase todas suas telas. Nem humanos, nem animais, mas seres mágicos.

Cia Druw
Miriam Druwe, bailarina e coreógrafa da Cia. Druw, tem uma trajetória ímpar na dança brasileira. Participou de importantes companhias como Balé da Cidade de SP e Cisne Negro e trabalhou com profissionais importantes como Luis Arrieta, Ana Mondini, Vitor Navarro, Gisela Rocha, Vasco Wellemcamp, Gigi Caciulenou, Phillip Tallard, Sandro Borelli, Ismael Guiser, Yoko Okada, Sacha Svertlof, Jane Blaut, Yellê, Penha de Souza, Isabel Marques.

Premiada pela APCA como melhor bailarina em 1993, Druwe trabalhou em diversos projetos e espetáculos com companhias e instituições como a Cia Nau de Ícaros, Escola Livre de Dança de Santo André, Cefac (Centro de Fomação em Artes Circences), Centro Cultural São Paulo, Sesc´s, Galpão do Circo e Festivais de Dança no Brasil.

A Cia. Druw, em Lúdico (2008), espetáculo anterior de dança infanto-juvenil inspirado nas obras do pintor russo Wassily Kandinsky, recebeu diversas críticas positivas e obteve sucesso junto ao público, percorrendo vários teatros da capital e interior, sempre com casa cheia. Lúdico trata de forma poética um passeio pelo universo da criação de uma obra de arte.

Em 2007, Miriam Druwe coreografou o espetáculo De um Lugar para o Outro da Cia Cênica Nau de Ícaros, com direção de José Possi Neto. O espetáculo, considerado uma “festa brasileira”, misturava circo, dança e teatro.

Ficha Técnica
Direção Geral: Miriam Druwe
Roteiro e Direção Cênica: Cristiane Paoli Quito
Concepção: Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito
Cenário e figurino: Marco Lima
Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Trilha sonora: Natália Mallo
Interpretes criadores – Adriana Guidotte, Bruno Rudolf, Tatiana Guimarães, Rodrigo Vieira, Miriam Druwe, Weidy Barbosa e a atriz Luciana Paes.
Estagiária: Bruna Petito
Gestão Cultural: Doble Cultura + Social
Duração: 60 minutos
Classificação etária: Recomendação: 5 anos

Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: R$ 1,00 (a bilheteria será aberta com duas horas de antecedência)
Dia: Sábado e Domingo
Horário: 15h
Temporada: De 29 de Maio a 06 de Junho de 2010.
Gênero: Teatro infantil
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil