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03/09 [Música] – Banda FUZZLY se apresenta no projeto Sexta Sonora, grátis no CCJ Ruth Cardoso

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Fuzzl/Divulgação

Fuzzl/Divulgação

O projeto Sexta Sonora do dia 03/09 apresenta o trio FUZZLY, que foi formada em 2001 em Cuiabá (MT), mescla influências do rock pesado setentista (do Black Sabbath e do Blue Cheer) ao stoner rock dos anos 1990 como Kyuss e Fu Manchu. A banda foi destaque nos Festivais Goiania Noise, Calango, Bananana e Libertadores del Rock, junto à lenda argentina, Los Natas.

Integrantes:
Rafael Dias – Bateria
Hugo Falcão – Baixo
Dark Jordão – Guitarra/ Voz

Sexta Sonora do CCJ Ruth Cardoso
Projeto do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso que apresenta música ao vivo grátis às sexta-feira, 20h.

Programação do mês de Setembro/2010 do Sexta Sonora
03/09 – Fuzzly
10/09 – Tiempos de Honor
17/09 – O Inimigo

Fonte: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – Anfiteatro (Lotação: 50 lugares)
Endereço: Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641 – Vila Nova Cachoeirinha – São Paulo/SP [Terminal Cachoeirinha]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS. Distribuição de ingressos a partir das 19h na recepção.
Dia: Sexta
Horário: 20h
Temporada: 03 de Setembro de 2010
Gênero: Rock, Stoner Rock
Mais informações: Tel: (11) 3984-2466

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 02721-200, Brasil

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03/09 [Música] – Banda pernambucana Volver apresentará o show Acima da Chuva no SESI Vila das Mercês com entrada franca

Categoria : Arquivo

Banda Volver - Foto: Sofia Egito/Divulgação

Banda Volver - Foto: Sofia Egito/Divulgação

A Banda Volver será a próxima atração do projeto SESI Música 2010, no teatro da unidade na Vila das Mercês. A apresentação, gratuita, será realizada na sexta-feira (3/09), às 20h.
A banda pernambucana apresenta repertório de seu segundo álbum intitulado Acima da Chuva. Seus integrantes resgatam um estilo musical que mistura diferentes linguagens, sem precisar se submeter ao regionalismo para receber o selo de qualidade comum aos artistas pernambucanos.

Histórico do grupo Volver
Em 2003, a banda pernambucana formada por Bruno Souto Maior Albuquerque (voz e guitarra), Fernando Barreto (baixo), Kleber Croccia (guitarra) e Zeca Viana (bateria) aparece no cenário musical em busca de um som próprio. Com influencia do estilo sessentista da Jovem Guarda, agregaram o rock contemporâneo dos anos 2000. Canções Perdidas Num Canto Qualquer, primeiro álbum lançado em 2005, projetou a banda e foi destaque nos principais jornais do Brasil. Indicado como um dos melhores lançamentos musicais independentes do Brasil pelo Correio Brasiliense, também teve repercussão na Europa.

O grupo lançou o segundo disco Acima da Chuva e consolidou sua carreira no Recife. Lançado virtualmente através do MySpace, o disco atingiu a marca de 60 mil downloads no período de 30 dias. Atualmente essa marca se aproxima dos 100 mil acessos. O trabalho foi apreciado por críticos de todo o país e do exterior. Os músicos se destacaram nos palcos de festivais independentes de várias cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília (DF), Porto Alegre (RS), São Leopoldo (RS), Campos do Jordão (SP), Baurú (SP), Goiânia (DF), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Aracajú (SE), Natal (RN), entre outras.

Músicos
Bruno Souto Maior Albuquerque – Voz e Guitarra
Fernando Barreto – Baixo
Kleber Croccia – Guitarra
Zeca Viana – Bateria

Programação/Repertório
Pra Deus Implorar, Dispenso, A Sorte, Não Sei Dançar, Natural, Acima da Chuva, Dia Azul, Tão Perto, Tão Certo, Clarice, Você que Pediu, Lucy, Mr. Bola de Cristal, Máquina do Tempo, Charminho, Próxima Estação, Canção Perdida

Fonte:Assessoria de Jornalismo Institucional SESI-SP e SENAI-SP/FIESP

// SERVIÇO


Onde: SESI Vila das Mercês – Teatro (Capacidade: 195 lugares)
Endereço: Rua Júlio Felipe Guedes, 138 – Vila das Mercês – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Sexta-Feira
Horário: 20h
Temporada: 03 de Setembro de 2010
Gênero: Rock
Mais informações: Tel.: (11) 2946-8172

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 04174-040, Brasil

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De 03/09 a 10/10 [Teatro] – Cia.ParaladosanjoS apresenta seu espetáculo CROSSROAD – CONTOS URBANOS em curta temporada no Teatro Arthur Azevedo, na zona leste

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Crossroad - Contos Urbanos/Divulgação

Crossroad - Contos Urbanos/Divulgação

Temporada: de 03 de setembro a 10 de Outubro de 2010, de sexta a domingo.

Uma faixa de pedestres cruza o piso do palco de ponta a ponta. Sobre ela, personagens comuns aos becos e às ruas das cidades andam depressa, entreolham-se, agridem-se, enamoram-se ou se aproveitam da distração alheia.

Ficha Técnica:
Concepção: Mônica Alla, Marília Ennes e Marcos Becker
Direção: Marcos Becker
Direção musical: Mauro Braga
Elenco: Marcos Becker, Marília Ennes, Mauro Braga e Leonardo Steinberg
Música ao vivo: Joana Flor, Mauro Braga e Vinicius Sampaio
Duração: 60 minutos
Recomendação etária: 14 anos

Sobre a Cia.ParaladosanjoS
Criada em 2001, a Cia ParaladosanjoS desenvolve pesquisas essencialmente práticas em busca de uniões entre diferentes linguagens artísticas como teatro físico e visual, circo, dança, musica, performance e design. Atualmente conta com 6 espetáculos em seu repertório apresentado-os em Festivais e Centros Culturais no Brasil e no Exterior.

Participou de eventos de grande relevância cultural como o Festival de Artes de Israel, Festival Internacional de Campinas, Fringe Curitiba, Festival Nacional de Teatro de Piauí, Festival Nacional de Teatro de Florianópolis, Mostra Cine Galpão, Virada Cultural, Circuito Cultural, entre outros.

Representante de multi-artistas e grupos de artes de vanguarda de outras nacionalidades como Finlandia, Argentina, Israel e Itália. Com muita autenticidade e ousadia aplica suas metodologias e propostas estéticas no desenvolvimento e execução de projetos, apresentação de espetáculos, shows e performances. De forma transdisciplinar oferece ao público uma vasta gama de possibilidades proporcionando integração e interação entre indivíduos de todas as classes, etnias e culturas.

Divulgação

Divulgação

Sobre o Teatro Arthur Azevedo
Inaugurado em 02 de Agosto de 1952, e projetado pelo arquiteto Roberto Tibau, o Arthur Azevedo já foi considerado um dos teatros mais modernos da cidade, e o preferido para a apresentação de grupos amadores. Foi o primeiro teatro construído entre os seus contemporâneos, seguido pelo Teatro João Caetano, no natal de 1952 e pelo Teatro Paulo Eiró, 5 anos depois.

O teatro recebe este nome em homenagem ao poeta e dramaturgo maranhense Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo (1855 – 1908), que sucedeu a cadeira de Martins Penna na Academia Brasileira de Letras. No saguão principal está instalado um painel do artista plástico Renato Sottomayor.

Fonte: Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Teatro Arthur Azevedo Lotação: 480 lugares
Endereço: Av. Paes de Barros, 955 – Mooca – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: R$ 10,00.
Dia: De sexta-feira a domingo
Horário: Sexta e sábado às 21h, domingo às 19h.
Temporada: de 03 de setembro a 10 de Outubro de 2010
Gênero: Performático-Aereo-Musical
Mais informações: Tel.: (11) 2605-8007

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 03115-020, Brasil

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De 03 à 19/09 [Teatro] – O diretor argentino Héctor López Girondo, estreia o espetáculo “A CRIATURA”, em São Paulo, e faz 09 apresentações gratuitas na Zona Leste

Categoria : Arquivo

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Criatura - Foto: Jean C. Mandou/Divulgação

Criatura - Foto: Jean C. Mandou/Divulgação

Temporada: de 03 à 19 de setembro de 2010, de sexta a domingo.

Inúmeros são os mitos e as histórias que tratam do mistério da criação da vida. A origem é sempre inexplicável. Talvez por isso os seres humanos tentem há séculos recriar esse instante divino. Mas quais são as conseqüências dessas incansáveis experiências? Será que temos o direito ou sequer a possibilidade de sermos Deus? Quais os limites éticos no campo das descobertas e das pesquisas científicas? Há algo de divino no ser humano que permita que ele também anime, que ele também crie vida?

Dando continuidade ao trabalho de pesquisa sobre a mistura de linguagens no Teatro de Animação, o Núcleo N3 – com o apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – apresenta “A CRIATURA”.

A nova peça passa em revista alguns dos principais mitos de criação ao longo dos tempos. Partindo de nossa particular cosmogonia sobre as origens da vida, passando pelo mito judaico do Golem, e chegando à obsessão do ser humano de criar vida à sua imagem e semelhança, que nos leva à fabricação de autômatos, “Frankensteins”, clones ou andróides, ou até a modificação dos nossos próprios corpos em desesperados intentos de nos igualarmos aos deuses.

Criatura - Fotos: Jean C. Mandou/Divulgação

Criatura - Fotos: Jean C.Mandou/Divulgação

Sinopse
Um espetáculo de terror cômico-musical que, ao longo de 13 quadros, reflete sobre mitos de criação partindo da obra “Frankenstein”, de Mary
Shelley. Uma investigação que vai do cientifico ao religioso, da fabricação de autômatos à desesperados intentos de nos igualarmos aos deuses. Uma peça que manifesta as inquietudes de um grupo cujo ofício é dar vida à matéria inerte.

Criação coletiva
A criatura do N3, que teve como ponto de partida a obra clássica “Frankenstein ou o moderno Prometeu”, da escritora inglesa Mary Shelley, manifesta as inquietudes de um grupo de atores-bonequeiros cujo ofício é dar vida à matéria inerte.

O texto foi desenvolvido pelo núcleo a partir da investigação dos diferentes mitos de criação de vida forjada pela humanidade, com uma dramaturgia focada na mistura do Teatro de Animação com o Teatro Popular Musicado, pesquisa que o N3 pôde fazer graças ao apóio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Um espetáculo de terror cômico-musical que, ao longo de 13 quadros, propõe refletir sobre os mitos da criação com o particular olhar do artista bonequeiro.

Ficha técnica
Espetáculo: A Criatura
Direção e Coordenação de Dramaturgia: Héctor López Girondo
Elenco: Andreza Domingues, Cristiana Gimenes, Fábio Parpinelli, Gustavo Martins, Lanna Moura, Márcia Nunes, Neto Medeiros, Péricles Raggio, Wagner Dutra
Fotos: Jean Charles Mandou
Direção musical e trilha sonora original: Luciano Carvalho
Bonecos, cenografia e figurinos: Miguel Nigro

Duração: 80 minutos
Faixa etária: a partir de 12 anos

Fonte: Paulo Duek Assessoria de Comunicação

// SERVIÇO


Onde: Espaço Sobrevento
Endereço: Rua Coronel Albino Bairão, 42 – Belenzinho – São Paulo/SP [Metrô Bresser- Moóca]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS. Bilheteria abre 1 hora antes.
Dia: Sexta-Feira a Domingo
Horário: Sextas-feiras e Sábados às 20h e Domingos às 19h
Temporada: de 03 à 19 de setembro de 2010.
Gênero: Terror Cômico
Mais informações: Tel.: (11) 3272-9684 e 3399-3589

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 03054-020, Brasil

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03 a 05/09 [Dança] – Espetáculo de dança “Violetas Murchas ou Qualquer Coisa Que a Senhora Quiser”, da Cia Viga a R$ 5 no Espaço Viga

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Foto: Fernando Pião/Divulgação

Foto: Fernando Pião/Divulgação

Temporada: de 30 de Julho a 05 de Setembro de 2010, de sxta-feira a Domingo.

“Violetas Murchas ou Qualquer Coisa Que a Senhora Quiser”, da Cia Viga, estreia dia 30 de julho de 2010 no Viga Espaço Cênico, em São Paulo, com concepção e direção de Sônia Lopes Soares. O projeto tem apoio do Programa Municipal de Fomento à Dança – VII EDIÇÃO/2009.

“Violetas Murchas ou Qualquer Coisa Que A Senhora Quiser” é um espetáculo cênico que integra as linguagens da dança, do teatro e das artes visuais, inspirado na escritora Virginia Woolf. Sônia Lopes Soares se debruçou para a pesquisa, em especial, nos livros As Ondas, Um Teto Todo Seu, os escritos autobiográficos e diários da autora: “Virginia é considerada uma escritora de extrema sensibilidade, voltada para a exploração das regiões menos conhecidas da alma, sobretudo para o conflito entre o desejo e a impossibilidade de sua satisfação. Ela tem o dom de passar de uma idade para outra de um reino para outro, de um elemento para outro”, resume a diretora.

A escritora britânica é o ponto de partida na investigação de um movimento capaz de pluralizar as possibilidades do olhar. Um movimento entre contenção e extravasamento na busca pelo instante em que a solidez das coisas é suspensa e todos os arranjos se tornam possíveis. “É preciso ‘saturar cada átomo’ e, para isso, eliminar, eliminar tudo o que é semelhança e analogia, mas também ‘tudo colocar’, eliminar tudo o que excede o momento, mas colocar tudo o que ele inclui (…)” (Deleuze e Guatarri, sobre o pensamento de Virginia Woolf).

Com cenário de Valdy Lopes Jn que sugere o esqueleto de uma caixa aberta e trilha sonora composta especialmente para o espetáculo por Erico Theobaldo, “Violetas Murchas, ou qualquer coisa que a senhora quiser propõe um diálogo sobre a necessidade permanente de adequação. Por meio de diferentes densidades e texturas, o espetáculo convida o espectador a refletir sobre a condição, sempre transitória, do mundo e das coisas”, diz Sônia sobre o trabalho.

A Cia Viga
Desde 2005, Sônia Lopes Soares desenvolve com a Cia Viga um trabalho de pesquisa e criação onde o maior interesse está no homem/performer e a maneira que ele percebe e se relaciona com o mundo; o corpo como um reservatório de emoções, memórias, medos e desejos.

A forte influência dos conceitos sociais de masculino/feminino sobre o modo como construímos/moldamos nosso corpo, a incerteza do instante, o súbito encolhimento dos espaços, a opressão e a decorrente perda de controle sobre o próprio destino são temas abordados em seu trabalho.

Sônia Lopes Soares
Bailarina interprete e diretora, diretora e fundadora do Viga Espaço Cênico em São Paulo desde 2003. Em 2005 fundou a Cia Viga, com sede no Viga Espaço Cênico, na qual é diretora artística e coreógrafa. Em 2006/2007 foi contemplada no 11º Festival Cultura Inglesa com o espetáculo “Um Lugar de Sarah, ou qualquer coisa que a senhora quiser”. O espetáculo foi premiado como melhor espetáculo de dança do Festival. Em dezembro de 2008 participou com o work in progress ”Queridas Virgínias” na abertura do novo teatro Dixon Place em Nova Iorque. Em dezembro 2009 participou como convidada do evento “Crossing Boundaries”, também em Nova Iorque, com o solo “Wilted Violets”.

“Meu próprio cérebro é para mim a mais inexplicável das máquinas – sempre zunindo, sussurrando, voando rugindo mergulhando, e depois se enterrando na lama. E por quê? Para que esta paixão?” [Virginia Woolf]

Ficha técnica
Concepção, direção e coreografia: Sônia Lopes Soares
Interpretes criadores: Guilherme Jorge, Luciana Paes, Sônia Lopes Soares e Tatiana Guimarães
Educação somática e técnica Gaga: Rodrigo Vieira
Cenografia: Valdy Lopes Jn
Iluminação: Lucia Chedieck
Figurino e programação visual: Adriana Hitomi
Trilha Sonora: Erico Theobaldo
Fotos: Fernando Pião
Produção: Cia Viga
Gestão cultural: Doble Cultura + Social
Tempo de duração: 50 minutos
Classificação etária: 16 anos (contém cenas de nudez)

Fonte: Márcia Marques – Canal Aberto Assessoria de Imprensa.

// SERVIÇO


Onde: Viga Espaço Cênico – Sala piscina (40 lugares)
Endereço: Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros – São Paulo/SP [Metrô Sumaré]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: R$ 5,00. Não é necessário retirar ingressos.
Dia: Sexta-feira a Domingo
Horário: Sextas e Sábados: 21h. Domingos: 17h e 20h.
Temporada: de 30 de Julho a 05 de Setembro de 2010
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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03/09 [Música] – Filó Machado e grupo em apresentação gratuita no Centro Cultural São Paulo

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Filo Machado/Divulgação

Filo Machado/Divulgação

Cantor, compositor, multi-instrumentista e arranjador apresenta repertório do seu novo CD, Ubida, além de canções de trabalhos anteriores e standards do jazz.

Show ao meio-dia no CCSP
Uma boa opção para a hora do almoço com cultura, que apresenta novos artitas e revelações da música brasileira.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS (a bilheteria será aberta com duas horas de antecedência)
Dia: Sexta-Feira
Horário: 12h30
Temporada: 03 de Setembro de 2010
Gênero: jazz
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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03 e 04/09 [Música] – Grupo pernambucano Fim de Feira se apresenta no projeto Vale a Pena Ouvir, do CCBB

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Fim de Feira - Foto: Alexandre Severo/Divulgação

Fim de Feira - Foto: Alexandre Severo/Divulgação

Temporada: de 03 de setembro à 30 de Outububro de 2010, sextas-feiras e sábado.

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta – a partir de 3 de setembro – a série musical Vale a Pena Ouvir, que acontece ao ar livre e grátis na Praça do Patriarca, centro de São Paulo, às 12h30. Serão cinco espetáculos com duas sessões cada (às sextas-feiras e aos sábados, ao meio-dia e meia), reunindo facetas da diversidade musical do Brasil como o tradicional forró, a música regional (nordestina e pantaneira), o rock mesclado com o canto lírico e a música eletrônica com o cancioneiro popular.

O grupo pernambucano Fim de Feira, em apresentação inédita em São Paulo abre a temporada (3 e 4 de setembro), seguido pela pernambucana Andrea Amorim (17 e 18 de setembro), pela banda mineira formada por deficientes visuais Forró no Escuro (1 e 2 de outubro), pelo paulistano-pantaneiro Gabriel Sater (15 e 16 de outubro) e pelos paraibanos do Cabruêra (29 e 30 de outubro), que fecham o projeto.

Para Marcelo Mendonça, diretor do CCBB, “esta iniciativa é um convite ao paulistano para fazer uma pausa e apreciar sonoridades diferentes no centro histórico da cidade”. Essa é a terceira série de shows realizada ao ar livre, numa proposta de levar ao público em trânsito um pouco da programação cultural da instituição.

Todos os grupos e artistas convidados possuem trabalhos reconhecidos em suas respectivas regiões e até mesmo no Exterior; alguns trazem o aval de artistas de renome nacional. A seleção envolveu uma minuciosa pesquisa em busca da diversidade de gêneros e da qualidade artística somada às particularidades dos estilos. O resultado é um projeto rico em sonoridades e elementos da cultura brasileira.

Sobre o grupo Fim de Feira (Recife, PE)
Vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2009 como melhor grupo regional, o Fim de Feira se apresenta pela primeira vez em São Paulo e mostra os mais expressivos ritmos da música nordestina atrelados à criatividade da poesia de cordel. O show traz canções de Bruno Lins e Tonzinho (integrantes do grupo), Jackson do Pandeiro (“Sina Cigarra”), Sivuca (“Feira de Mangaio”), Waldir Azevedo (“Delicado”), Chico César (“Sem Ganzá Não é Coco” e “Pedra de Responsa”), Luiz Gonzaga (“Cigarro de Paia”), Lennon & Mccartney (“Eleanor Rigby”) e outros.

A banda, surgida, em 2004, busca conciliar tradição e modernidade dentro de uma nova estética. Já tocou em festivais na Europa e, recentemente, fez 10 apresentações em festival de música caribenha, em Cuba. Em 2008, gravou o primeiro CD, A Revolução dos Pebas, que aposta numa variação de ritmos que vão do baião ao carimbó, passando pelo choro, forró, maxixe e cantigas de viola, além da constante presença da poesia de cordel. Em setembro deste ano, além da apresentação no projeto Vale a Pena Ouvir, o grupo lança o DVD Fazendo a Revolução, documentário sobre a história da concepção e produção do disco de estreia.

Integrantes: Bruno Lins (voz e violão), Tonzinho (bandolim, guitarra e viola), Lucivan Max (percussão), Jean Brow (baixo), Toinho (sanfona) e Márcio Albuquerque (bateria).

Temporada do Projeto Vale a Pena Ouvir do CCBB
3 e 4/09: Fim de Feira (ritmos nordestinos com poesia de cordel)
17 e 18/09: Andrea Amorim (rock-lírico)
1º e 2/10: Forró no Escuro (deficientes visuais no forró)
15 e 16/10: Gabriel Sater (regional pantaneiro)
29 e 30/10: Cabruêra (cancioneiro e música eletrônica)

Duração: 60 minutos
Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Fonte:Assessoria de Imprensa CCBB/Verbena Comunicação.

// SERVIÇO


Onde: Praça do Patriarca Capacidade estimada: 500 pessoas.
Endereço: Praça do Patriarca – Centro – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Sexta-feira e Sábado
Horário: 12h30
Temporada: 03 e 04 de Setembro de 2010
Gênero: Rítmos Nordestinos, Poesia de Cordel
Mais informações: Tel.: (11) 3113-3651 / 3113-3652

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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São Paulo – SP, 01001-000, Brasil

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De 03/09 a 03/10 [Exposição] – 1 ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art até 03 de Outubro no MuBE com entrada franca

Categoria : Arquivo

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VITO - A FIRMA/Divulgação

VITO - A FIRMA/Divulgação

Temporada: de 03 de setembro a 03 de outubro de 2010, de terça a domingo.

As intervenções urbanas sempre estiveram presentes na história da cidade, nos muros da Àgora, nos banheiros públicos, nas fotos de Brassaï, etc, mas nunca se difundiu de forma tão vasta quanto o estilo que surgiu intitulado como graffiti na NY da década de 1970. Com um estilo particular, associado ao hip hop e aos jovens dos bairros pobres da cidade, e com um procedimento transgressivo, não autorizado, varreu o planeta.

Não se trata apenas de uma corrente artística, mas de um movimento que se desencadeou ao redor do mundo conquistando os jovens que foram se desenvolvendo e, trocando informações, abraçaram o mundo com uma estética e uma estratégia de conquista de espaços jamais vista antes.

Partindo desse princípio, tendo o graffiti como uma linguagem de abrangência mundial, o MUBE realiza de forma inédita, uma exposição com artistas de renome internacional. Pela primeira vez reunindo o de fora, com obras em empenas cegas da cidade, ao de dentro, com obras no espaço museológico, ratificando o lugar engendrador da expressão: a rua. Retratando o graffiti numa linha que coloca em paralelo a expressão com outras manifestações artísticas ao longo dos tempos.

Durante todo o mês de setembro o público poderá apreciar os artistas pintando ao vivo, assistir a um ciclo de cinema com os principais filmes que influenciaram e ajudaram a difundir a cena do graffiti, além de participar das mesas de debates com profissionais, artistas e intelectuais de distintas áreas: teoria da arte, ong´s, mercado da arte, urbanismo e arquitetura.

Esta Bienal pretende chamar a atenção da sociedade para o que esta acontecendo nas ruas das grandes metrópoles, colocando o Brasil como referência inescapável para quem se debruça sobre a arte de hoje.

Ficha técnica:
Curadoria: Binho Ribeiro
Curadoria (Núcleo Histórico e Cinema): Walter Nomura (Tinho), Sérgio Poato e Sérgio Franco
Curadoria (Fotografia) – Flavio Samelo
Diretor de Arte: André Luis Carvalho
Coordenação Geral: Renata de Azevedo Silva
Produção: Fernando Lopes, Marcela Gonçalves, Marleni Dianni e Paula Neubauer.
Realização: Museu Brasileiro da Escultura

Fonte: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE)

// SERVIÇO


Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE)
Endereço: Rua Alemanha, 221, Jd.Europa – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: De terça-feira a domingo.
Horário: De terça a domingo das 10h às 19h
Temporada: de 26 de agosto a 12 de setembro
Gênero: Grafite
Mais informações: Tel.:(11) 2594-2601

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 01448-010, Brasil