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09/12 [Música] – Alaíde Costa vai festejar seu aniversário de 75 anos em show grátis no palco do Memorial da América Latina

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Alaíde Costa -F oto de Eugênio Goulart/divulgação

Alaíde Costa -Foto de Eugênio Goulart/divulgação

Dona de uma interpretação personalíssima que a manteve sempre entre as vozes mais expressivas da música brasileira, Alaíde Costa vai festejar seu aniversário de 75 anos no palco do Memorial da América Latina, em São Paulo. “Atravessei todos esses anos cantando. Enfrentei muitas dificuldades e nunca desisti. Por isso quero comemorar cantando”. Argumenta a cantora.

O show acontece dia 9 de dezembro, quinta-feira, às 21 horas, no Auditório Simon Bolívar com entrada franca. Acompanhada pelo pianista Giba Estebez e pelo flautista Vitor Alcântara, Alaíde brinda os fãs e admiradores interpretando músicas de autores que foram importantes em sua trajetória, desde os tempos de O Fino da Bossa. “Homenagear todos os compositores que marcaram minha história seria impossível. Infelizmente não posso cantar todas as canções que gostaria”. Lamenta Alaíde, que promete ainda algumas surpresas durante o show.

O espetáculo promete muitos aplausos de presente para Lalá, como é chamada pelos amigos mais íntimos. E mais uma vez a sensível intérprete mostra que está em plena forma (física e vocal) para comemorar esses 75 anos, dos quais 55 são totalmente dedicados à canção brasileira.

Entre as canções desse cardápio musical, destaque para “Demais” (Tom Jobim e Aloísio de Oliveira), “Estrada do Sertão” (João Pernambuco e Hermínio B. de Carvalho), “Ana Luiza” (Tom Jobim), “Quem Sou Eu” (Johnny Alf), “Medo de Amar” (Vinícius de Moraes), “Retrato em Branco e Preto” (Tom Jobim e Chico Buarque), “Amigo Amado” (Alaíde Costa e Vinícius de Moraes), “Absinto” (Fátima Guedes), “Primavera” (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes) e “Amor é Outra Liberdade” (Sueli Costa e Abel Silva).

Formação: Alaíde Costa (voz), Giba Estebez (piano) e Vitor Alcântara (flauta).

Fonte:

// SERVIÇO


Onde: Memorial da América Latina Auditório Simón Bolívar (Capacidade: 800 lugares)
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, entrada pelo portão 16 – Barra Funda – São Paulo/SP [Metrô Palmeiras-Barra Funda]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-Feira
Horário: 21h
Temporada: 09 de Dezembro de 2010
Gênero: MPB, Música Brasileira, Samba
Mais informações: Tel.: (11) 3823.4600

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01156-001, Brasil

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09/12 [Teatro, Literatura] – Teatro Silvio Romero recebe a leitura dramática do texto teatral inédito “O Dia Em Que Atiraram Em John Lennon”

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John Lennon foi músico, compositor, escritor e ativista em favor da paz. Ganhou notoriedade ao fazer parte da banda inglesa “The Beatles”. Em oito de dezembro de 1980, John Lennon foi morto a tiros em frente ao Edifício Dakota, onde residia com esposa e filho. Na manhã do dia seguinte milhares de pessoas apareceram em frente ao edifício. Para elas, era difícil colocar em palavras aquele sentimento. Luto. Profundamente comovidos e chocados com esse evento terrível, muitos nova-iorquinos estavam espontaneamente reunidos ali para prestar homenagem ao seu ídolo morto, e é a partir das histórias entrelaçadas de uma parte dessas pessoas que o texto teatral “O Dia em que Atiraram em John Lennon” de James McLure é baseado. Através da interação dessas pessoas, por vezes cômica, por vezes ameaçadora, o autor aponta o maior significado do evento que os trouxe em conjunto – a onda de choque que se fez sentir em todo o mundo por mais uma prova da violência e feiúra à espreita na alma comunal dos seres humanos.

No dia 09 de dezembro às 20h, o Teatro Silvio Romero recebe a leitura dramática do texto teatral inédito “O Dia Em Que Atiraram Em John Lennon”. “O mais interessante desse texto é que ele é extremamente universal e atual. Parece que as pessoas continuam paradas esperando por alguém que realmente lute pelos ideais da sociedade” diz Velson D’Souza, produtor, ator e idealizador do projeto que conta ainda com os atores Ariel Moshe, Eduardo Semerjian, Greta Antoine, Daniela Cury, Marcelo Diaz, Pedro Henrique Moutinho entre outros. A direção da leitura está nas mãos do jovem e experiente diretor Tuna Serzedello. Algumas músicas dos Beatles fazem parte da trilha sonora do espetáculo que tem estréia prevista para abril de 2011 e que busca patrocinadores através da Lei Rouanet.

Fonte: Paulo Duek Assessoria de Comunicação

// SERVIÇO


Onde: Teatro Silvio Romero
Endereço: Rua Coelho Lisboa, 334 – Tatuapé – São Paulo/SP [Metrô Tatuapé]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-feira
Horário: 21h
Temporada: 09 de Dezembro de 2010
Gênero: Leitura dramática
Mais informações: Tel.: (11) 2093-2464

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

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09/12 [Dança] – Coreografias de textos clássicos Verdadeiros Enganos e Ser (Shakespeare) ou Não ser no Teatro da Dança com entrada franca

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Nesta semana o Teatro de Dança (instituição da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo e gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte – APAA) dá prosseguimento à sua programação especial de dezembro que reúne trabalhos desenvolvidos por alunos de escolas de dança de São Paulo durante o ano de 2010.

09 de dezembro de 2010 – Quinta-feira, 20h30
Verdadeiros Enganos e Ser (Shakespeare) ou Não se
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Os alunos das Oficinas de Teatro Centro Cultural Aúthos Pagano fazem um resumo do repertório deste ano. Apresentam duas coreografias: Verdadeiros Enganos, adaptação de textos de Luiz Fernando Veríssimo e Ser (Shakespeare) ou Não Ser, cenas realizadas a partir de obras de William Shakespeare. A direção é de Juliana Liegel, atriz e bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP.

Direção: Juliana Liegel
Duração: 60 minutos
Classificação: livre

Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa – Marcia Marques

// SERVIÇO


Onde: TD – Teatro de Dança (Capacidade: 278 lugares)
Endereço: Av.Ipiranga, 344 – Subsolo, Edifício Itália – São Paulo/SP [Metrô República]
Acessibilidade: Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais
Quanto: R$ 4,00 (inteira), R$ 2,00 (meia)
Dia: Quinta-feira
Horário: 20h30
Gênero: Contemporânea
Temporada: 09 de desembro de 2010
Mais Informações: Tel.: (11) 2189 2557
Outras informações: Ar-condicionado, Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01046-010, Brasil

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De 9 a 12/12 [Dança] – Cia. Maurício de Oliveira e Siameses reestreia o espetáculo Fragile na Galeria Olido, entrada franca

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Fragile/Divulgação

Fragile/Divulgação

Temporada: De 9 a 12 de Dezembro de 2010, de quinta a domingo.

Nos dias 9, 10, 11 e 12 de dezembro, reestreia o espetáculo Fragile da Cia. Maurício de Oliveira e Siameses na Sala Paissandu da Galeria Olido. Concepção, direção e interpretação de Maurício de Oliveira. Direção de produção: Cassia de Souza/ Sala de Produção. O projeto foi contemplado pelo 8º Edital de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Quinta a sábado às 20h e domingo às 19h. Grátis!

Com um olhar que busca refletir sobre o efêmero, ao mesmo tempo em que propõe um novo entendimento da vitalidade, beleza e resistência do corpo, o espetáculo solo “Fragile” traduz em movimento as questões que permeiam a obra de Damien Hirst, artista plástico inglês.

Concebido, dirigido e interpretado por Maurício de Oliveira, “Fragile” desenvolve um trabalho coreográfico que explora o volátil, o insustentável e a ausência de peso, em detrimento da força, da simetria e da eficiência. É o corpo, ciente da transitoriedade de sua existência, empreendendo seu esforço para compreender a linguagem das sutilezas.

Esse projeto foi contemplado também com o espetáculo Jardim Noturno que aconteceu no TD –Teatro de Dança em outubro.

Cia. Maurício de Oliveira e Siameses nasceu da procura por uma linguagem ímpar, sofisticada, objetivando o absoluto entendimento do funcionamento do aparato físico/mental do artista, de forma a provocar no espectador, uma reverberação imediata, fazendo-o repensar a sua própria estrutura, bem como a interação e a ressonância de seus atos no meio em que vive.

O trabalho da Cia. baseia-se em fundir informações provenientes do estudo da Yoga clássica (Iyengar), do balé clássico e de outras técnicas corporais que favoreçam a apreensão dos mecanismos de funcionamento da estrutura de integração corpo e mente do artista (performer). O desenvolvimento do hábito do pensar filosófico fez com que a reflexão fosse parte integrante e fundamental dos processos criativos.

Os trabalhos diários de preparação corporal desenvolvidos pela Cia. ampliam as possibilidades de entrar em contato com outras referências de movimentos, permitindo ao artista abarcar mais informações no seu sistema corpo/mente com o objetivo de torná-lo mais hábil e com mais qualidades sensíveis, cinéticas e expressivas, instrumentalizando de maneira qualitativa seu corpo e a Dança.

Prêmos E Projetos
Contemplado no VIII edição do programa de fomento á dança da Cidade de São Paulo
Virada Cultural Paulista ( Presidente Prudente e Marília / 2010)
Projeto ressonâncias/ Sesc Araraguara (2010)
Projeto Conhecimento Vivo – patrocínio da VALE (Sesc Consolação e Centro de Cultura Judaica/ 2009)
Projeto Zona de Risco – Centro Cultural São Paulo (2009)
Contemplado na V edição do programa de fomento a dança da Cidade de São paulo (2008/2009)
Goiânia em cena 2008
Sesi Dança 2008 ( Circulação pelo estado de São Paulo)
12º Festival Cultura Inglesa/ 2008 – Prêmio melhor espetáculo de dança “Fragile”
PAC Circulação/ 2008
Panorama SESI de Dança/ 2007
Programa Rumos Itaú Cultural – Edição 2006/2007
Diálogos Dentro e Fora do Eixo SESC/Ipiranga 2006
Projeto Dança em Pauta 2006
Festival de Inverno SESC/RJ 2006
Dança Ribeirão 2006
Goiânia em Cena 2005
Semanas de Dança – CCSP 2005

Maurício de Oliveira
Diretor, coreógrafo e bailarino da Cia. Maurício de Oliveira e Siameses. Regressou ao Brasil em 2004, depois de morar alguns anos na Alemanha, onde realizou trabalhos importantes como coreógrafo e bailarino. Mauricio foi destaque da Cia. de William Forsythe de Frankfurt considerada pela crítica internacional como a maior Cia. de Dança contemporânea do planeta.Ainda em 2009 foi convidado para estrear nova trabalho para Cia São Paulo com estréia prevista para março de 2010.

Em 2009 é convidado pela Prefeitura da Cidade juntamente com sua companhia para fazer parte do projeto piloto Zona de Risco no Centro Cultural São Paulo. Em dezembro de 2008/2009 , contemplado pelo Programa Municipal de Fomento a Dança de São Paulo com sua companhia, Maurício de Oliveira e Siameses. Em novembro/dezembro de 2008, regressou a Alemanha como bailarino convidado para atuar na produção Radio Mythic Theater para a The Forsythe Company, coreografia de Dana Caspersen. Em novembro de 2008, participa com seu espetáculo solo Fragile do Festival Goiânia em Cena. Ainda em 2008 atuou como colaborador e assistente de direção para Alessio Silvestrin com o espetáculo Polígono para a São Paulo Cia. de Dança.

Participação no Sesi Dança 2008 com o espetáculo “De.Gelo” excursionando pelo Estado de São Paulo.
Em 2008: Contemplado e premiado como melhor espetáculo de dança no12° Festival Cultura Inglesa com o solo “Fragile”. Em 2007: Atuou como coreógrafo de “Khaos” para a Cia. nº1 do Balé da Cidade de São Paulo; remontou o Espetáculo “Fabricca”, original da Holanda para Festival Panorama Sesi de Dança; estreou a coreografia “De.Gelo” no Festival Rumos Dança do Itaú Cultural e foi contemplado pelo PAC circulação com este mesmo espetáculo.

Ficha Técnica
Concepção, direção e interpretação: Maurício de Oliveira
Iluminação: Wagner Freire
Figurino: Adrian Hitomi
Trilha sonora: Gil Assis
Cenário. Maurício de Oliveira
Foto: Nathalie Colas
Projeto Gráfico: Adriana Hitomi
Operação de luz: Silviane Trichter
Assessoria de imprensa : Miriam Bemelmans
Assistente de produção: Júlia Portela
Direção de Produção: Cassia de Souza/ Sala de Produção

Este espetáculo foi contemplado pelo 8 Edital do Programa de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo

Fonte: Bemelmans Comunicações – Miriam Bemelmans

Divulgação

Divulgação

Sobre a Galeria Olido
A Galeria Olido é um centro cultural no Centro de São Paulo. Foi inaugurada em 2004, depois da restauração do antigo Cine Olido, luxuoso cinema paulistano que fechou no inicio do século XXI. Depois da restauração, tornou-se um centro cultural com espaço para danças, teatro, música, exposições e cinema.

O Cine Olido fez parte da “época de ouro” dos cines da cidade. Inaugurado em 13 de dezembro de 1957 com o filme Tarde Demais para Esquecer, foi o primeiro cinema galeria de São Paulo. Tinha poltronas numeradas e uma orquestra que tocava antes dos filmes, sendo assim um cinema luxuoso. Devido a mudança dos grandes cinemas para os shopping centers acabou fechando no começo deste século, encerrando uma era de destaque dos cinemas do centro da capital paulista. (Fonte: Wikipedia)

Fonte: Galeria Olido/Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo

// SERVIÇO


Onde: Galeria Olido – Sala Paissandu (Lotação: 136 pessoas)
Endereço: Av. São João, 473, Centro – São Paulo/SP [Metrô República, Metrô Anhangabau]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dias: Quinta-feira a Domingo.
Horário: Quinta a sábado às 20h, e domingo às 19h.
Temporada: De 9 a 12 de Dezembro de 2010
Gênero: Comtemporânea
Mais informações: Tel. (11) 3331-8399/3397-0171

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01035-000, Brasil

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De 09/12/2010 a 05/02/2011 [Exposição] – A PARALELO GALLERY, em sua exposição inaugural, apresenta “Índios Caiapós” mostra individual do fotógrafo Rodrigo Petrella

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Exposição Índios Caiapós/Divulgação

Exposição Índios Caiapós/Divulgação

Temporada: de 09 de Dezembro de 2010 até 5 de Fevereiro de 2011, segunda a sábado.

A PARALELO GALLERY, em sua exposição inaugural, apresenta “Índios Caiapós” mostra individual do fotógrafo Rodrigo Petrella que utilizou a obra do pintor Albert Eckhout como referencia ao retratar tanto a população como a paisagem do nordeste do País no período do Brasil Colônia. As 11 fotografias em grande formato representam um recorte de um projeto maior – “Guardiões da Floresta” – que vem sendo desenvolvido pelo artista, a mais de 10 anos, na região da Amazônia, sendo exibido em outros países, como Estados Unidos e na China.
A concepção de Rodrigo Petrella para o trabalho em exibição baseia-se na cooperação entre fotografo e personagem, onde o Índio Caiapó participa da construção da foto, de onde resultam imagens artísticas onde os traços da cultura indígena são recuperados, ao mesmo tempo em que se apropria de uma estética baseada na pintura clássica.

Para o curador catalão Amador Grinyo, as fotografias de Petrella “oferecem uma visão admirável e realista dos moradores da Amazônia, e sem pretensões documentais ou antropológicas, mostram um mundo paralelo a nossa realidade”. Ainda segundo o curador, em tempos em que as comunidades indígenas sofrem com a perda de seus territórios para as grandes empresas capitalistas, o trabalho do artista gera uma visibilidade inesperada para a realidade desses povos.

Impressas em jato mineral em papel 100% algodão adesivadas em alcobond, seguindo o padrão internacional de museologia, as fotografias de Rodrigo Petrella retratam o índio sem estereótipos, mas determinado a manter sua identidade em uma sociedade onde ainda procura onde e como se posicionar.

O Artista
Rodrigo Petrella (1972, São Paulo) – Bacharel em Administração de Empresas pela USP, torna-se fotografo profissional em 1994. Muda-se para Nova York, onde atua no segmento de editoriais de Moda com trabalhos em revistas e jornais internacionais, com modelos famosas e personalidades do mundo artístico. Retorna ao Brasil em 2001 com dois objetivos principais: explorar os símbolos e imagens do inconsciente e registrar, através da fotografia, a vida das comunidades indígenas na Amazônia. A partir de 2003, o artista mantém uma parceria com a COIAB (Coordenação e Organização Indígena da Amazônia Brasileira) e seu trabalho abrange vários grupos indígenas na Amazônia (Parintintin, Tenharin, Pirahã e Mura), Rondônia (Gavião, Cinta Larga e Suruí), Acre (Ashaninka, Kashinawá, kulina Mandijá e Shanenawa), Mato Grosso (Nambikwara do Campo, Mamaindê, Enawene-nawê, Parici, Erikbaktsa e kuikuro) e Pará (Kayapó).

Exposições Selecionadas:
2010 – “Ultréia e Suséia “. Exposição do caminho se Santiago, no Museu de Leon, França
2009 – “Ultréia e Suséia” . Exposição do caminho de Santiago, na CAB em Burgos, Espanha.
2009 – ”Guardians of the Forest”. Exposição no Museu Imperial de Pequim, China.
2008 – “Guardians of the Forest”. Exibição exclusiva no NMAI ( National Museum of the American Indian – Museu do Índio Americano), New York, USA. (As fotografias fazem parte do acervo permanente do museu).
2008 – “Itinerarium The Saint James Way”. Uma visão artística de Santiago de Compostela exibidas por fotógrafos brasileiros e espanhóis, encomendada pelo governo de Castile e Léon – Espanha/França.
2007 – “Céu”. Museu Bispo do Rosário, Rio de Janeiro. (As fotografias fazem parte do acervo permanente do museu).
2006 – “Viva cultura viva do povo brasileiro”. Museu Afro-Brasileiro, São Paulo.

Exposição: RODRIGO PETRELLA – “Índios Caiapós“
Curador/texto: Amador Grinyo
Coordenação: Andrea Rehder e Flavia Marujo
Nº de obras: 11
Técnica: fotografia – jato mineral em papel 100% algodão
Dimensão: 150 x 110 cm.

A Galeria
A PARALELO GALLERY é um projeto conjunto das marchandes Andrea Rehder e Flavia Marujo que, após anos de atuação no segmento de arte, decidiram-se por abrir seu espaço como meio de expandir sua atuação no meio artístico. Configurando-se como um novo espaço cultural, e pretendendo ser um recurso tanto para novos artistas quanto para nomes já estabelecidos no mercado, a PARALELO GALLERY se apresenta como um convite ao público para que apreciem um acervo original de Arte Contemporânea.

Fonte:

// SERVIÇO


Onde: Paralelo Gallery
Endereço: Rua Arthur de Azevedo, 986 – Pinheiros – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: R$ 10,00. Aceita cartões Visa, Visa Eletron, Dinners, Maestro, Mastercard, Amex. Não Aceita cheques
Dia: Sábado
Horário: 2ª a 6ª feira, das 10 às 19h. Sábado, das 11 às 15h.
Temporada: de 09 de Dezembro de 2010 até 5 de Fevereiro de 2011
Gênero: Fotografia, Artes Plásticas, Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 2495-6876

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 05404-002, Brasil