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29/3 [Música] – Conjunto de novos compositores de São Paulo, o Cantilena Paulistana se apresenta grátis no CCSP

Categoria : Arquivo

Conjunto Cantilena Paulistana/DivulgaçãoConjunto de novos compositores de São Paulo, o Cantilena Paulistana pede licença para mostrar seus sambas em um repertório que mescla músicas de seu primeiro disco e novas composições que remetem a tradição do samba, ainda que inéditas e contemporâneas.

Sobre
O Conjunto Cantilena Paulistana é um grupo de samba,formado por novos compositores e interprates. Atraves de compositores como Geraldo Filme, Oswaldinho da Cuíca, Adoniram Barbosa, assim como de Mestres da Velha Guarda carioca, como Monarco, Cartola, Noel Rosa, Paulinho da Viola, Candeia e tantos outros, o conjunto estabelece suas influencias, mas não se furta a mostrar suas novas composições, baseado na crença de que o maior respeito que se pode dedicar àqueles que vieram antes de nós, e dar continuidade a aquilo que estes fizeram. Assim sendo, este conjunto trata o Samba como parte viva, continua e cotidiana da nossa cultura, a não apenas uma memoria empoeirada na prateleira dos baluartes.

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-feira
Horário: 21h
Temporada: 29 de Março de 2012
Gênero: Samba
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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25/3 [Música] – Roberto Sion e Itamar Collaço interpretam com total liberdade referências do jazz e da MPB no projeto Música no Museu do MCB

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Roberto Sion e Itamar Collaço/DivulgaçãoPor tocarem há 25 anos, os músicos Roberto Sion e Itamar Collaço possuem uma identificação musical que os uniu em um duo informal e original de sopros e contrabaixo, que reinterpreta com total liberdade referências do jazz e da MPB.

ROBERTO SION – Saxofones, Clarinete , Flauta e Piano
ITAMAR COLLAÇO – Contrabaixo Acústico e Elétrico 6 cordas

No repertório, Miles Davis, Charlie Parker, Tom Jobim, Edu Lobo, Chico Buarque, Dori Caymmi, Michel Legrand, Henri Mancini, entre outros.

Sobre o Música no Museu
Um dos projetos mais tradicionais do calendário do Museu da Casa Brasileira, o Música no Museu traz, há 12 anos, apresentações de qualidade com entrada gratuita em um dos locais mais charmosos da cidade: o jardim da instituição. Nesse período, curadores de renome assinaram a programação. Entre eles, o músico e historiador Carlinhos Antunes, os maestros Julio Medaglia e João Carlos Martins e os pesquisadores e músicos Benjamin Taubkin, Antônio Nóbrega e Magda Pucci. Mais de 200 mil pessoas já conferiram, nas 12 edições do projeto, as apresentações de nomes importantes da música brasileira, como Zimbo Trio, Mawaca, Orchestra Bachiana, Mutrib, entre tantos outros grupos, coletivos, projetos solo e camerísticos populares e eruditos.

Na temporada de 2012, o projeto conta com a coordenação de Carmelita Rodrigues de Moraes e tem como objetivo divulgar a diversidade musical nacional e internacional por meio de estilos variados: instrumental, erudita, popular, entre outros. Ao mesmo tempo, oferece ao público momentos agradáveis e especiais.

Temporada Março 2012
11/3 – André Mehmari
18/3 – Lenine Santos, Suzana Salles e Ivan Vilela
25/3 – Roberto Sion e Itamar Collaço

Fonte: Assessoria de imprensa – Museu da Casa Brasileira

// SERVIÇO


Onde:Museu da Casa Brasileira – Terraço (Capacidade: 230 lugares)
Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano – São Paulo/SP
Acessibilidade:
Quanto: GRÁTIS
Dia: Domingo
Horário: 11h
Temporada: 25 de Março de 2012
Gênero: Instrumental, Jazz, MPB
Mais informações: Tel.: (11) 3032-3727

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Ver local no mapa:
São Paulo – SP, 01452-000, Brasil

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24/3 [Música] – Dupla Ken Vandermark e Christof Kurzmann (EUA/Áustria) se apresentam grátis no CCSP

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Ken Vandermark/DivulgaçãoCom trânsito fácil entre o free jazz e a improvisação livre, o saxofonista e clarinetista Ken Vandermark apresenta-se em duo com o músico Christof Kurzmann, que trabalha com sons eletrônicos e vocais, além de tocar sax e clarinete.

Sobre
Kurzmann é um austríaco que tem vivido na Argentina e lida com eletrônicos/computador, sax e guitarra. No último sábado, ele tocou em Buenos Aires com Sabu Toyozumi. Há pouco, Kurzmann e Vandermark lançaram o álbum “El Inferno Musical”, inspirado em textos da brilhante poeta argentina Alejandra Pizarnik (1936-1972).

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Sábado
Horário: 20h
Temporada: 24 de Março de 2012
Gênero: Jazz
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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24/3 [Música] – New Orleans Ladies of Soul. Três cantoras da nova geração do soul de New Orleans se juntam para homenagear grandes artistas soul de todos os tempos

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New Orleans Ladies of Soul/DivulgaçãoCom a curadoria artística do Bourbon Street Music Club, referência imediata quando o assunto é a música e a magia de New Orleans, o projeto acontecerá em quatro temporadas, de março a junho, sempre com noites no Bourbon Street e shows gratuitos no Parque do Povo. O New Orleans Connection traz a diversidade e riqueza musical da cidade de New Orleans e do Estado da Louisiana, reconhecido como o berço do Blues e do Jazz.

Todos os artistas que participarão do Projeto já se apresentaram no Jazz & Heritage Festival em New Orleans e mostram que a competência musical da cidade não tem fim.

Line Up
New Orleans Ladies of Soul. Três cantoras da nova geração do soul de New Orleans se juntam para homenagear grandes artistas soul de todas as fases como Tina Turner, The Supremes, Chaka Khan, Destiny´s Child, Beyoncé e Amy Winehouse.

Amanda Shaw
“A queridinha de New Orleans”, como é chamada, Amanda Shaw conquistou o carinho e o respeito com seu talento e jovialidade. Aos 21 anos, essa jovem cantora, violinista, compositora e atriz já é uma veterana na música. Quando sobe ao palco, a pequena violinista engrandece e comanda a atenção do público como apenas um prodígio da Louisiana conseguiria.

Shamarr Allen
Jazzista. Ícone Pop. Rapper. Roqueiro. Shamarr não é nenhuma das alternativas anteriores. Pelo menos, não apenas uma delas. O trompetista e cantor de New Orleans conduz sua própria banda, The Underdawgs, e está imprimindo sua marca como um artista determinado a não ser rotulado em um único estilo.

Nu Beginnings
Três vocalistas experientes, muita simpatia no palco e um repertório essencialmente dançante que mistura hits do R&B, da soul music, do gospel e da black music norte-americana. Essa é a fórmula irresistível que transformou várias temporadas do grupo vocal Nu Beginnings, no palco do Bourbon Street Music Club em São Paulo em uma das atrações favoritas do público.

Programação:
24/3 – New Orleans Ladies of Soul
21/4 – Amanda Shaw
26/5 – Shamarr Allen
23/6 – Nu Beginnings

Veja o video

Fonte: Roberto Gallani/Bourbon Street Music Club Comunicação e Marketing

// SERVIÇO


Onde: Parque do Povo
Endereço: Av. Henrique Chamma, 590 – Itaim / Vila Olímpia – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Parcial
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Sábado
Horário: 15h
Temporada: 24 de Março de 2012
Gênero: Soul, Blues, Rithm’in’blues
Mais informações: Tel.: (11) 5095 6100

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 04533-130, Brasil

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22/3 [Música] – Duo instrumental Porto, projeto-solo do baterista Richard Ribeiro se apresenta grátis no CCSP

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Richard Ribeiro - Foto: Paulo Borgia/DivulgaçãoO duo instrumental Porto é o projeto-solo do baterista Richard Ribeiro (São Paulo Underground, Marcelo Jeneci) no qual toca bateria e metalofone, acompanhado do guitarrista Regis Damasceno (Cidadão Instigado).

Sobre
Richard Ribeiro, baterista e compositor, que nos últimos anos vem se apresentando com artistas de diversos gêneros musicais no Brasil e no exterior, é integrante do grupo SP Underground (um dos projetos do trompetista e artista americano Rob Mazurek e Maurício Takara). Já tocou com nomes como Nathan Bell (ex- Lungfish), M. Takara, Mike Ladd, Faraquet, Hurtmold, Cidadão Instigado, Guizado, entre outros.

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-feira
Horário: 20h
Temporada: 22 de Março de 2012
Gênero: Punk-Rock, Rock
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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22 a 25/3 [Dança] – O espetáculo La Vie en Rose???, da Cia. de Danças de Diadema em apresentações gratuitas na Galeria Olido

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La Vie en Rose???/DivulgaçãoO espetáculo La Vie en Rose???, da Cia. de Danças de Diadema, leva o título da música de Edith Piaf em uma tradução livre para “A vida é um mar de rosas”. O caminho que percorremos, com suas memórias e identidades, é resgatado por movimentos que apresentam também situações do universo que cada indivíduo carrega dentro de si, com momentos que beiram o trágico e o cômico.

Ficha Técnica
Espetáculo: “La Vie en Rose???”
Companhia de Danças de Diadema
Direção: Ana Bottosso
Concepção e coreografia: Denise Namura e Michael Bugdahn
Elenco: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Ettore Lucci e outros
Trilha sonora: Michael Bugdahn
Duração: 55 min. Livre.

Veja um trecho do espetáculo

Divulgação

Divulgação

Sobre a Galeria Olido
A Galeria Olido é um centro cultural no Centro de São Paulo. Foi inaugurada em 2004, depois da restauração do antigo Cine Olido, luxuoso cinema paulistano que fechou no inicio do século XXI. Depois da restauração, tornou-se um centro cultural com espaço para danças, teatro, música, exposições e cinema.

O Cine Olido fez parte da “época de ouro” dos cines da cidade. Inaugurado em 13 de dezembro de 1957 com o filme Tarde Demais para Esquecer, foi o primeiro cinema galeria de São Paulo. Tinha poltronas numeradas e uma orquestra que tocava antes dos filmes, sendo assim um cinema luxuoso. Devido a mudança dos grandes cinemas para os shopping centers acabou fechando no começo deste século, encerrando uma era de destaque dos cinemas do centro da capital paulista. (Fonte: Wikipedia)

Fonte: Galeria Olido/Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo

// SERVIÇO


Onde: Galeria Olido – Sala Paissandu (Lotação: 136 pessoas)
Endereço: Av. São João, 473, Centro – São Paulo/SP [Metrô República, Metrô Anhangabau]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS. Retirar ingresso uma hora antes.
Dias: Quinta-feira a domingo
Horário: 5ª a sáb., 20h. Dom., 19h.
Temporada: De 22 a 25 de março de 2012
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel. (11) 3331-8399/3397-0171

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01035-000, Brasil

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21/3 [Cinema] – O Filme “O terceiro tiro”, de Alfred Hitchcock será exibido e comentário na sessão de cinema do Centro Brasileiro Britânico

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O Terceiro Tiro de Alfred Hitchcock/DivulgaçãoTrata-se de um filme envolvente, que se inicia após um cadáver de um homem ser encontrado numa floresta nas imediações de uma pacata cidade. A medida que a notícia se espalha, vários habitantes encontram razões para acreditar que estão envolvidos com o “crime”. Além de um desfecho surpreendente, o filme conta com o os atores John Forsythe, Mildred Natwick e Shirley MacLaine no elenco.

Ficha técnica
O Terceiro Tiro (The Trouble with Harry, Estados Unidos, 1955, cor)
Direção: Alfred Hitchcock
Elenco: Edmund Gwenn, John Forsythe, Shirley MacLaine, Mildred Natwick, Mildred Dunnock, Jerry Mathers, Parker Fennelly, Barry Macollum, Dwight Marfield, Royal Dano
Idioma: Inglês com legendas em português
Comentários: Lina Chamie
Duração: 99 minutos
Classificação etária: 14 anos

Fonte: Centro Brasileiro Britânico

// SERVIÇO


Onde: Centro Brasileiro Britânico
Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros – São Paulo/SP [Metrô Faria Lima]
Acessibilidade:
Quanto: GRÁTIS. Para participar faça sua inscrição enviando um e-mail para: centro.info@britishcouncil.org.br
Dia: Quarta-feira
Horário: das 17h30 às 20h
Temporada: 21 de Março de 2012
Gênero: Comédia, Suspense
Mais informações: Tel.: (11) 3812 6667

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 05428-002, Brasil

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20/3 [Música] – Chico Saraiva e Verônica Ferriani apresentam músicas do cd CD Sobre Palavras no projeto Comboio de Cordas, no teatro da Vila. Pague quanto achar que vale!

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Chico Saraiva e Verônica Ferriani/DivulgaçãoO CD Sobre Palavras é um trabalho coletivo, a síntese artística de uma cantora de personalidade, Verônica Ferriani, de um compositor-arranjador-instrumentista inspirado, Chico Saraiva e um letrista antenadamente contemporâneo, Mauro Aguiar. Contemplado pelo projeto Pixinguinha 2009 (um dos dois únicos trabalhos premiados no estado de São Paulo), o disco é também um dos primeiros lançamentos do selo Borandá e que tem distribuição da Tratore. A parceria entre Chico e Verônica não é nova. A partir do convite do violonista para que ela participasse da turnê do seu disco Trégua (2003), construiram uma sólida parceria musical.

Mauro, desde que letrou algumas músicas de Chico para o disco Saraivada (2007), se mantém presente. Juntar os três foi um acontecimento natural, que começou em 2008, quando Saraiva, pela primeira vez, se propôs a compor melodias a partir de letras. Escolheu as de Mauro, ficou satisfeito com o resultado e idealizou o álbum. Depois veio a seleção pelo Pixinguinha, coroando a empreitada. Em cada faixa de Sobre Palavras pulsa a criatividade e talento de três representantes de uma geração que procura novos desdobramentos para suas referências musicais. Chico explica: “É uma resultante que traz a poesia do Mauro, minha marca como compositor-arranjador e o canto singular de Verônica, tornando-a um projeto especial na trajetória de cada um”. Verônica complementa: “Chico entra com a música mais elaborada no sentido harmônico/melódico e eu com a cara popular através de uma clareza interpretativa e de intenções que me são prioridade ao cantar”.

SOBRE PALAVRAS. As faixas do álbum podem ser ouvidas no site www.sobrepalavras.com.br e algumas permitirão download gratuito.

Projeto Comboio de Cordas
O Comboio de Cordas é um coletivo de violonistas que tem como objetivo a integração de músicos por meio de apresentações conjuntas –privilegiando os trabalhos autorais. Esta iniciativa visa a atração e a multiplicação de público para a diversificada música violonística contemporânea.

O projeto partiu de 9 violonistas atuantes na cena paulistana: Leonardo Costa, Muari Vieira, Francisco Andrade (Quarteto Pererê), Cau Karam, Zé Barbeiro, Michi Ruzitschka, Alexandre Cueva, Bisdré e Chico Saraiva. Atualmente conta com 12 instrumentistas.

Programação de março de 2012
06/03 Fabio Peron convida
13/03 Renato Anesi “59 cordas”
20/03 Chico Saraiva “Sobre Palavras”
27/03 Swami Jr.

Realização: Comboio de Cordas, coletivo de violonistas. Parceiros: Cidade Escola Aprendiz, Movimento Elefantes, Ponto de Cultura Pilar do Sul e Teatro da Vila. Apoio: Vila Mundo

Fonte:Leonardo Costa/Combio de Cordas

// SERVIÇO


Onde: Onde: Teatro da Vila – Lotação: 100 lugares
Endereço: Rua Jericó, 256 – Vila Madalena – São Paulo/SP [Metrô Vila Madalena]
Acessibilidade: . Estacionamento gratuito
Quanto: Pague quanto vale É pago, mas você escolhe o valor da bilheteria!
Dia: Domingo
Horário: 21h
Temporada: 20 de Março de 2012
Gênero: Samba, MPB, Pop
Mais informações: (11) 3258-6345

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 05435-040, Brasil

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27/3 [Música] – Swami Jr. apresenta o repertório do CD Mundos e Fundos no projeto Comboio de Cordas, no teatro da Vila. Pague quanto achar que vale!

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Swami Jr./DivulgaçãoUm dos maiores violonistas de sete cordas, além de baixista, arranjador e produtor, Swami Jr. apresenta o repertório do CD Mundos e Fundos, com composições feitas a partir de uma turnê mundial com a cantora Omara Portuondo. São onze faixas de inspiração impar, solo, em parceria e releituras de clássicos como Vibrações, de Jacob do Bandolim e Saudade da Bahia, de Dorival Caymmi

Um convite precedido de uma turnê mundial, com a grande cantora cubana Omara Portuondo, foram estopim e inspiração para que Swami Jr. compusesse as canções de Mundos e Fundos, o CD que lança agora. Foi no início de 2003, justamente quando nascia sua filha, Helena, que Swami foi convidado pelo produtor Alê Siqueira para participar de um disco de Omara. A partir dali, por sete anos, seguiu em viagem pelo mundo acompanhando a cantora como diretor musical e violonista. Durante “as horas lentas e vazias em quartos de hotel de lugares distantes e fascinantes”, como bem define o autor, nasceram os temas desse mais recente trabalho, consolidado pelo Prêmio de Apoio à Gravação de Música Popular, da Funarte.

O CD abre com uma inspiradíssima homenagem a um de seus mestres, Dino 7 Cordas. Nada convencional, apesar do potente e harmonioso violão de sete, lembrando o próprio mestre, Paladino tem toques de percussão e berimbau que não deixam dúvida da contemporaneidade da obra. As homenagens prosseguem, agora em essência. El Puro, composta em Havana, foi feita para o pai de Swami. Em Cuba, “puro”, é forma carinhosa de se dizer pai. A terceira faixa é o impressionante encontro de dois grandes violões e um pandeiro. Saudade da Bahia, de Dorival Caymmi, evolui magistral pelos violões de Swami e Marco Pereira, além do pandeiro de Amoy Ribas.

Em Havana mais uma vez, Swami, tocado pelo nascimento de sua filha, em 2003, compôs Helena, tema delicado no violão solo do artista. O CD segue com Abraço, de Swami e Chico Pinheiro, que consolida a genial parceria entre dois dos mais virtuosos músicos do repertório brasileiro. A comprovação está na própria audição da faixa. Sempre rodando pelo mundo, Swami compôs Valsa de Areia, em Istambul. Mais um momento impar e solo do violão de sete com seu mestre. Segue com um choro diferente, harmonia contemporânea e fraseado jazzístico, segundo o próprio autor. Em Virou Fumaça, composta em Barcelona, em 2009, Swami tem as luxuosas companhias de Milton Mori, no bandolim e Douglas Alonso, no pandeiro.

Inusitado e intrigante, o violonista fez um simpático arranjo para Cabeleira do Zezé, de João Roberto Kelly e Roberto Faissal, extraindo certo lirismo da composição. A nona faixa, Tenda, de Tuco Marcondes, surgiu a partir de convite que Swami fez a ele e Mario Manga, para participarem do disco. Aí estão os três, respectivamente, no violão de sete, de aço e no cello. Aos mestres com carinho… e vigor. Swami definitivamente coloca Jacob do Bandolim no altar interpretando Vibrações, do grande mestre brasileiro do choro. Para encerrar, o músico convida mais um grande amigo e parceiro para a faixa Jurupari, composta depois da leitura de livro homônimo, escrito por Paulo Freire, que acompanha Swami e seu incrível violão de sete, com a viola.

No show o violonista terá a companhia de dois grandes músicos da nova geração de instrumentistas brasileiros : Alexandre Ribeiro (clarinete e clarone) e Douglas Alonso (percussão)

Projeto Comboio de Cordas
O Comboio de Cordas é um coletivo de violonistas que tem como objetivo a integração de músicos por meio de apresentações conjuntas –privilegiando os trabalhos autorais. Esta iniciativa visa a atração e a multiplicação de público para a diversificada música violonística contemporânea.

O projeto partiu de 9 violonistas atuantes na cena paulistana: Leonardo Costa, Muari Vieira, Francisco Andrade (Quarteto Pererê), Cau Karam, Zé Barbeiro, Michi Ruzitschka, Alexandre Cueva, Bisdré e Chico Saraiva. Atualmente conta com 12 instrumentistas.

Programação de março de 2012
06/03 Fabio Peron convida
13/03 Renato Anesi “59 cordas”
20/03 Chico Saraiva “Sobre Palavras”
27/03 – Swami Jr.

Realização: Comboio de Cordas, coletivo de violonistas. Parceiros: Cidade Escola Aprendiz, Movimento Elefantes, Ponto de Cultura Pilar do Sul e Teatro da Vila. Apoio: Vila Mundo

Fonte:Leonardo Costa/Combio de Cordas

// SERVIÇO


Onde: Onde: Teatro da Vila – Lotação: 100 lugares
Endereço: Rua Jericó, 256 – Vila Madalena – São Paulo/SP [Metrô Vila Madalena]
Acessibilidade: . Estacionamento gratuito
Quanto: Pague quanto vale É pago, mas você escolhe o valor da bilheteria!
Dia: Domingo
Horário: 21h
Temporada: 27 de Março de 2012
Gênero: Instrumental
Mais informações: (11) 3258-6345

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 05435-040, Brasil

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19/3 a 14/4 [Exposições] – Olhar Iluminado é a primeira exposição individual de Ana Amélia Metsavaht no circuito cultural paulistano

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Olhar Iluminado de Ana Amélia/DivulgaçãoA galeria Arte Aplicada abre Olhar Iluminado, primeira exposição individual de Ana Amélia Metsavaht no circuito cultural paulistano. As 26 obras da mostra, desenvolvidas através de técnica mista, compreendem duas séries: “Cities”, uma leitura pessoal da beleza do Rio de Janeiro, cidade onde reside atualmente, e “Enlighted”, inspirada na essência da beleza da bondade humana e da criação artística.

As obras da exposição, com curadoria de Sabina de Libman, compreendem duas séries: “Cities” e “Enlighted”. Todas elas foram desenvolvidas a partir de técnica mista, com tinta acrílica e colagem sobre tela. “É a técnica com a qual mais me divirto”, explica Ana.
Em “Cities”, a artista interpreta de maneira pessoal os encantos visuais do Rio de Janeiro, cidade que Ana Amélia Metsavaht, de origem gaúcha, escolheu como nova residência após ter vivido durante anos na Europa. “Quando eu cheguei ao Rio de Janeiro, eu estava tão impressionada com a beleza de tudo… Eu conhecia o Rio, mas nunca tinha morado aqui”, explica. “Tudo era lindo pra mim: o mar, o sol, as montanhas, o Museu de Arte Moderna, tudo”, prossegue. Nessa série se vêem as paisagens que inspiraram Ana. Estão nelas a praia de Ipanema, as comunidades da Cidade Maravilhosa, as árvores, as palmeiras, a lagoa, tudo a partir de seu olhar. E existe uma razão simples para essas imagens terem sido transpostas para suas telas: “Eu fiz para exaltar a beleza desse nosso Brasil”, conta.

Com a sensibilidade sempre aflorada, a criatividade sempre ativa e a necessidade inesgotável de produzir, a artista deu início a outra série em paralelo, chamada “Enlighted”. Essas obras trazem mais leveza, em contraste com a rigidez de “Cities”. Existem duas grandes inspirações para essa segunda série. Assim como a exuberância das formas do Rio de Janeiro provocou na artista o desejo de criar, outra beleza despertou-lhe o mesmo ímpeto, mas dessa vez imaterial, subjetiva e, acima de tudo, sensível. “Enlighted” capta a essência da beleza da bondade humana e da criação artística. “As pessoas boas, que fazem a vida ir para frente, são iluminadas”, comenta.

Ana Amélia Metsavaht busca para seu trabalho a mesma delicadeza que busca com seu olhar. Essa leveza, que de fato pode ser sentida em suas obras, é, contudo, fruto de um trabalho duro: “Às vezes fico trabalhando em meu atelier e quando vejo já é meia noite”, diz a incansável artista. A exposição Olhar Iluminado é uma porta de entrada para o mundo que Ana procura expressar em seus trabalhos, um mundo de harmonia material e subjetiva, de beleza estética e pureza de alma.

A artista
Ana Amélia Metsavaht é nascida no Rio Grande do Sul, morou na França durante 12 anos e reside agora no Rio de Janeiro, inspiração de grande parte de seus trabalhos. Já expôs individualmente em Caxias do Sul, Porto Alegre e Rio de Janeiro e também na França e no Uruguai, além de já ter participado de mostras coletivas em diversas cidades do Rio Grande do Sul e da França e também em Londres.

A galeria
No mercado há mais de três décadas, a galeria Arte Aplicada tem como principal foco a diversidade. “É nisso que a galeria acredita desde a sua inauguração”, diz a marchande Sabina de Libman a respeito de seu espaço, onde trabalha com os mais variados suportes: pintura, desenho, fotografia e escultura, entre outros, sempre primando pela qualidade técnica e criativa na arte. A galeria marcou o início da carreira de artistas hoje renomados, como Guto Lacaz e Palatnik, entre muitos, e também do argentino León Ferrari no Brasil, e mantém ainda olhos abertos para o futuro, apostando sempre em novos nomes.

Fonte: Balady Comunicação

// SERVIÇO


Onde: Galeria Arte Aplicada
Endereço: Rua Haddock Lobo, 1406 – Cerqueira César – São Paulo/SP [Metrô Consolação]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Segunda-feira a sábado
Horário: Segunda a sexta, das 10h às 19h e sábado, das 10h às 14h
Temporada: De 19 de março a 14 de abril de 2012.
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 3064-4725

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São Paulo, 01414-003, Brasil