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29/3 [Música] – Conjunto de novos compositores de São Paulo, o Cantilena Paulistana se apresenta grátis no CCSP

Categoria : Arquivo

Conjunto Cantilena Paulistana/DivulgaçãoConjunto de novos compositores de São Paulo, o Cantilena Paulistana pede licença para mostrar seus sambas em um repertório que mescla músicas de seu primeiro disco e novas composições que remetem a tradição do samba, ainda que inéditas e contemporâneas.

Sobre
O Conjunto Cantilena Paulistana é um grupo de samba,formado por novos compositores e interprates. Atraves de compositores como Geraldo Filme, Oswaldinho da Cuíca, Adoniram Barbosa, assim como de Mestres da Velha Guarda carioca, como Monarco, Cartola, Noel Rosa, Paulinho da Viola, Candeia e tantos outros, o conjunto estabelece suas influencias, mas não se furta a mostrar suas novas composições, baseado na crença de que o maior respeito que se pode dedicar àqueles que vieram antes de nós, e dar continuidade a aquilo que estes fizeram. Assim sendo, este conjunto trata o Samba como parte viva, continua e cotidiana da nossa cultura, a não apenas uma memoria empoeirada na prateleira dos baluartes.

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-feira
Horário: 21h
Temporada: 29 de Março de 2012
Gênero: Samba
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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24/3 [Música] – Dupla Ken Vandermark e Christof Kurzmann (EUA/Áustria) se apresentam grátis no CCSP

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Ken Vandermark/DivulgaçãoCom trânsito fácil entre o free jazz e a improvisação livre, o saxofonista e clarinetista Ken Vandermark apresenta-se em duo com o músico Christof Kurzmann, que trabalha com sons eletrônicos e vocais, além de tocar sax e clarinete.

Sobre
Kurzmann é um austríaco que tem vivido na Argentina e lida com eletrônicos/computador, sax e guitarra. No último sábado, ele tocou em Buenos Aires com Sabu Toyozumi. Há pouco, Kurzmann e Vandermark lançaram o álbum “El Inferno Musical”, inspirado em textos da brilhante poeta argentina Alejandra Pizarnik (1936-1972).

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Sábado
Horário: 20h
Temporada: 24 de Março de 2012
Gênero: Jazz
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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22/3 [Música] – Duo instrumental Porto, projeto-solo do baterista Richard Ribeiro se apresenta grátis no CCSP

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Richard Ribeiro - Foto: Paulo Borgia/DivulgaçãoO duo instrumental Porto é o projeto-solo do baterista Richard Ribeiro (São Paulo Underground, Marcelo Jeneci) no qual toca bateria e metalofone, acompanhado do guitarrista Regis Damasceno (Cidadão Instigado).

Sobre
Richard Ribeiro, baterista e compositor, que nos últimos anos vem se apresentando com artistas de diversos gêneros musicais no Brasil e no exterior, é integrante do grupo SP Underground (um dos projetos do trompetista e artista americano Rob Mazurek e Maurício Takara). Já tocou com nomes como Nathan Bell (ex- Lungfish), M. Takara, Mike Ladd, Faraquet, Hurtmold, Cidadão Instigado, Guizado, entre outros.

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Quinta-feira
Horário: 20h
Temporada: 22 de Março de 2012
Gênero: Punk-Rock, Rock
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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22 a 25/3 [Dança] – O espetáculo La Vie en Rose???, da Cia. de Danças de Diadema em apresentações gratuitas na Galeria Olido

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

La Vie en Rose???/DivulgaçãoO espetáculo La Vie en Rose???, da Cia. de Danças de Diadema, leva o título da música de Edith Piaf em uma tradução livre para “A vida é um mar de rosas”. O caminho que percorremos, com suas memórias e identidades, é resgatado por movimentos que apresentam também situações do universo que cada indivíduo carrega dentro de si, com momentos que beiram o trágico e o cômico.

Ficha Técnica
Espetáculo: “La Vie en Rose???”
Companhia de Danças de Diadema
Direção: Ana Bottosso
Concepção e coreografia: Denise Namura e Michael Bugdahn
Elenco: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Ettore Lucci e outros
Trilha sonora: Michael Bugdahn
Duração: 55 min. Livre.

Veja um trecho do espetáculo

Divulgação

Divulgação

Sobre a Galeria Olido
A Galeria Olido é um centro cultural no Centro de São Paulo. Foi inaugurada em 2004, depois da restauração do antigo Cine Olido, luxuoso cinema paulistano que fechou no inicio do século XXI. Depois da restauração, tornou-se um centro cultural com espaço para danças, teatro, música, exposições e cinema.

O Cine Olido fez parte da “época de ouro” dos cines da cidade. Inaugurado em 13 de dezembro de 1957 com o filme Tarde Demais para Esquecer, foi o primeiro cinema galeria de São Paulo. Tinha poltronas numeradas e uma orquestra que tocava antes dos filmes, sendo assim um cinema luxuoso. Devido a mudança dos grandes cinemas para os shopping centers acabou fechando no começo deste século, encerrando uma era de destaque dos cinemas do centro da capital paulista. (Fonte: Wikipedia)

Fonte: Galeria Olido/Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo

// SERVIÇO


Onde: Galeria Olido – Sala Paissandu (Lotação: 136 pessoas)
Endereço: Av. São João, 473, Centro – São Paulo/SP [Metrô República, Metrô Anhangabau]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS. Retirar ingresso uma hora antes.
Dias: Quinta-feira a domingo
Horário: 5ª a sáb., 20h. Dom., 19h.
Temporada: De 22 a 25 de março de 2012
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel. (11) 3331-8399/3397-0171

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01035-000, Brasil

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21/3 [Cinema] – O Filme “O terceiro tiro”, de Alfred Hitchcock será exibido e comentário na sessão de cinema do Centro Brasileiro Britânico

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

O Terceiro Tiro de Alfred Hitchcock/DivulgaçãoTrata-se de um filme envolvente, que se inicia após um cadáver de um homem ser encontrado numa floresta nas imediações de uma pacata cidade. A medida que a notícia se espalha, vários habitantes encontram razões para acreditar que estão envolvidos com o “crime”. Além de um desfecho surpreendente, o filme conta com o os atores John Forsythe, Mildred Natwick e Shirley MacLaine no elenco.

Ficha técnica
O Terceiro Tiro (The Trouble with Harry, Estados Unidos, 1955, cor)
Direção: Alfred Hitchcock
Elenco: Edmund Gwenn, John Forsythe, Shirley MacLaine, Mildred Natwick, Mildred Dunnock, Jerry Mathers, Parker Fennelly, Barry Macollum, Dwight Marfield, Royal Dano
Idioma: Inglês com legendas em português
Comentários: Lina Chamie
Duração: 99 minutos
Classificação etária: 14 anos

Fonte: Centro Brasileiro Britânico

// SERVIÇO


Onde: Centro Brasileiro Britânico
Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros – São Paulo/SP [Metrô Faria Lima]
Acessibilidade:
Quanto: GRÁTIS. Para participar faça sua inscrição enviando um e-mail para: centro.info@britishcouncil.org.br
Dia: Quarta-feira
Horário: das 17h30 às 20h
Temporada: 21 de Março de 2012
Gênero: Comédia, Suspense
Mais informações: Tel.: (11) 3812 6667

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 05428-002, Brasil

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19/3 a 14/4 [Exposições] – Olhar Iluminado é a primeira exposição individual de Ana Amélia Metsavaht no circuito cultural paulistano

Categoria : Arquivo

Olhar Iluminado de Ana Amélia/DivulgaçãoA galeria Arte Aplicada abre Olhar Iluminado, primeira exposição individual de Ana Amélia Metsavaht no circuito cultural paulistano. As 26 obras da mostra, desenvolvidas através de técnica mista, compreendem duas séries: “Cities”, uma leitura pessoal da beleza do Rio de Janeiro, cidade onde reside atualmente, e “Enlighted”, inspirada na essência da beleza da bondade humana e da criação artística.

As obras da exposição, com curadoria de Sabina de Libman, compreendem duas séries: “Cities” e “Enlighted”. Todas elas foram desenvolvidas a partir de técnica mista, com tinta acrílica e colagem sobre tela. “É a técnica com a qual mais me divirto”, explica Ana.
Em “Cities”, a artista interpreta de maneira pessoal os encantos visuais do Rio de Janeiro, cidade que Ana Amélia Metsavaht, de origem gaúcha, escolheu como nova residência após ter vivido durante anos na Europa. “Quando eu cheguei ao Rio de Janeiro, eu estava tão impressionada com a beleza de tudo… Eu conhecia o Rio, mas nunca tinha morado aqui”, explica. “Tudo era lindo pra mim: o mar, o sol, as montanhas, o Museu de Arte Moderna, tudo”, prossegue. Nessa série se vêem as paisagens que inspiraram Ana. Estão nelas a praia de Ipanema, as comunidades da Cidade Maravilhosa, as árvores, as palmeiras, a lagoa, tudo a partir de seu olhar. E existe uma razão simples para essas imagens terem sido transpostas para suas telas: “Eu fiz para exaltar a beleza desse nosso Brasil”, conta.

Com a sensibilidade sempre aflorada, a criatividade sempre ativa e a necessidade inesgotável de produzir, a artista deu início a outra série em paralelo, chamada “Enlighted”. Essas obras trazem mais leveza, em contraste com a rigidez de “Cities”. Existem duas grandes inspirações para essa segunda série. Assim como a exuberância das formas do Rio de Janeiro provocou na artista o desejo de criar, outra beleza despertou-lhe o mesmo ímpeto, mas dessa vez imaterial, subjetiva e, acima de tudo, sensível. “Enlighted” capta a essência da beleza da bondade humana e da criação artística. “As pessoas boas, que fazem a vida ir para frente, são iluminadas”, comenta.

Ana Amélia Metsavaht busca para seu trabalho a mesma delicadeza que busca com seu olhar. Essa leveza, que de fato pode ser sentida em suas obras, é, contudo, fruto de um trabalho duro: “Às vezes fico trabalhando em meu atelier e quando vejo já é meia noite”, diz a incansável artista. A exposição Olhar Iluminado é uma porta de entrada para o mundo que Ana procura expressar em seus trabalhos, um mundo de harmonia material e subjetiva, de beleza estética e pureza de alma.

A artista
Ana Amélia Metsavaht é nascida no Rio Grande do Sul, morou na França durante 12 anos e reside agora no Rio de Janeiro, inspiração de grande parte de seus trabalhos. Já expôs individualmente em Caxias do Sul, Porto Alegre e Rio de Janeiro e também na França e no Uruguai, além de já ter participado de mostras coletivas em diversas cidades do Rio Grande do Sul e da França e também em Londres.

A galeria
No mercado há mais de três décadas, a galeria Arte Aplicada tem como principal foco a diversidade. “É nisso que a galeria acredita desde a sua inauguração”, diz a marchande Sabina de Libman a respeito de seu espaço, onde trabalha com os mais variados suportes: pintura, desenho, fotografia e escultura, entre outros, sempre primando pela qualidade técnica e criativa na arte. A galeria marcou o início da carreira de artistas hoje renomados, como Guto Lacaz e Palatnik, entre muitos, e também do argentino León Ferrari no Brasil, e mantém ainda olhos abertos para o futuro, apostando sempre em novos nomes.

Fonte: Balady Comunicação

// SERVIÇO


Onde: Galeria Arte Aplicada
Endereço: Rua Haddock Lobo, 1406 – Cerqueira César – São Paulo/SP [Metrô Consolação]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Segunda-feira a sábado
Horário: Segunda a sexta, das 10h às 19h e sábado, das 10h às 14h
Temporada: De 19 de março a 14 de abril de 2012.
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 3064-4725

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 01414-003, Brasil

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17/3 [Música] – Banda Auto, apresenta sua fusão de punk rock com música eletrônica minimalista grátis no CCSP

Categoria : Arquivo

EVENTO ENCERRADO

Auto/DivulgaçãoOriunda da cena paulistana underground de meados dos anos 1990, a banda funde o punk rock com música eletrônica minimalista, transitando da psicodelia ao caos a partir de suas sessões de improvisação.

Centro Cultural São PauloSobre o Centro Cultural São Paulo (Fonte: Wikipédia)
O Centro Cultural São Paulo foi idealizado na década de 1970 e construído em terreno disponibilizado pelas desapropriações ocorridas pela chegada do metrô aos arredores. Na administração de Miguel Colasuonno, prefeito de 1973 a 1975, foi idealizado um projeto de urbanização para a região onde estavam incluída uma grande biblioteca pública, hotéis, um shopping center e edifícios de escritórios. No entanto, com a mudança de governo o projeto foi alterado restando apenas a intenção de se construir a biblioteca, que abrigaria a ampliação da Biblioteca Mário de Andrade.

Os arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles venceram a concorrência pública aberta em 1976, no entanto, mais uma mudança de governo, em 1979, alteraria o destino do terreno: Reynaldo de Barros considerou a obra grande demais para abrigar somente uma biblioteca e pediu adaptações no projeto para que este tivesse um programa similar ao centro Georges Pompidou, inaugurado em 1977, em Paris. Mário Chamie, secretário de cultura considerou a localização a ideal para abrigar este centro cultural desejado, por ser uma região central e integrada ao sistema de transporte público (com ligação direta com o metrô) de São Paulo, através da Estação Vergueiro, inaugurada em 1975.

O projeto que, inicialmente seria uma biblioteca, passou a considerar, além da biblioteca, um teatro, salas de cinema, espaço para exibições de música, ateliês e espaços para exposições. O início da construção se deu em 1978.

Fonte: Centro Cultural São Paulo.

// SERVIÇO


Onde: Centro Cultural São Paulo – Praça das Bibliotecas
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraiso – São Paulo/SP [Metrô Vergueiro]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dia: Sábado
Horário: 20h
Temporada: 17 de Março de 2012
Gênero: Punk-Rock, Eletrônica minimalista
Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo – SP, 01504-000,Brasil

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9/3 a 9/4 [Exposições] – A exposição Papéis 60/70 traz 30 trabalhos raros de Claudio Tozzi, um dos principais representantes da pop art no Brasil

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Papéis 60/70 de Claudio Tozzi/DivulgaçãoA Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria abre individual de um dos principais representantes da pop art no Brasil: Claudio Tozzi. A exposição Papéis 60/70 traz 30 trabalhos raros, que pertencem à coleção particular do próprio artista.

Com curadoria de Eduardo Machado, a mostra apresenta pinturas e gravuras produzidas sobre papel, além de desenhos que serviram de estudo para telas. Papéis 60/70 traz representações da cultura pop dos anos 60 e 70, além de menções a acontecimentos históricos e críticas à repressão militar, que na época estava em seu auge.

Assim como através da música eram feitas denúncias ao cerceamento da liberdade, a exemplo de nomes como Chico Buarque, Gilberto Gil, Geraldo Vandré e Caetano Veloso (para citar apenas alguns nomes), fazia-se também nas artes plásticas, como pode ser observado em algumas das obras da exposição.
Entre esses trabalhos do artista, que retirava de revistas, jornais e gibis figuras de forte apelo imagético para utilizá-las como base, encontram-se temas marcantes em sua carreira, como as multidões – símbolo de protestos – e o parafuso, objeto recorrente ao longo de sua trajetória e que metaforiza a repressão.

Embora tenha apresentado uma arte de engajamento político, Claudio Tozzi não se prendeu ao tema da Ditadura Militar no Brasil nessa época. O tema predominante são as referências à cultura pop. Essas obras servem como uma espécie de registro histórico-pictórico do momento em que foram produzidas. O maior exemplo disso é provavelmente o trabalho em cores primárias dos astronautas, que representa a chegada do homem à Lua, em 1969.

Os anos 60 e 70 são se vital importância na história de Claudio Tozzi, que iniciou sua carreira com participação no XI Salão de Arte Moderna de 1963, vencendo o concurso de cartazes dessa exposição. Seis anos mais tarde participou da X Bienal de São Paulo. Nos anos 70, entre outros acontecimentos notáveis, recebe o prêmio aquisição na exposição Jovem Arte Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo e desenvolve um painel na Praça da República e um para a estação Sé do metrô.

Além de ter participado de exposições pelo Brasil, nessas duas décadas Claudio Tozzi ainda representou o país em mostras realizadas em países como Argentina, França, Inglaterra, Itália, Colômbia e Espanha.

Com Papéis 60/70, a Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria convida o público a conhecer mais de perto esses anos da carreira de Claudio Tozzi e também do nosso mundo e do que ocorria cultural, social e politicamente nesse período.

O artista
Claudio Tozzi nasceu em 1944 em São Paulo. Iniciou sua carreira artística em 1963, com participação no XI Salão de Arte Moderna. Um dos nomes mais representativos da pop art produzida no Brasil, já participou de diversas mostras, entre individuais e coletivas, pelo país e também já expões seu trabalho no exterior, em países como Espanha, Argentina, Estados Unidos, Cuba, França, Itália, Colômbia, Inglaterra, Dinamarca e Japão, entre outros. Assina ainda uma séries de obras públicas, como painéis nas estações Sé e Barra Funda do metrô, um outdoor na avenida Sumaré e trabalhos em fachadas de edifícios de São Paulo. Além do trabalho como artista plástico, Tozzi ainda leciona na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

Sobre a galeria
Mônica Filgueiras, que atuou no circuito das artes plásticas desde os anos 60, inaugurou sua própria galeria em 1980, com uma mostra individual de Antonio Dias. O espaço, há mais de três décadas, além de seu trabalho permanente baseado em seu acervo, realiza exposições regulares de artistas contemporâneos, que, dada a sua amplitude, tem uma forte repercussão no campo cultural. Em 2011, Mônica firmou parceria com o colecionador de arte Eduardo Machado e o espaço passou a ser chamado Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria.

Fonte: Balady Comunicação

// SERVIÇO


Onde: Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria
Endereço: Rua Bela Cintra, 1533 – Cerqueira César – São Paulo/SP [Metrô Consolação]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Segunda-feira a sábado
Horário: segunda a sexta das 10h às 19h, sábado das 10h30 às 14h
Temporada: De 9 de Março a 9 de Abril de 2012.
Gênero: Pop Art, Artes Plásticas, Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 3082-5295

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 01415-001, Brasil

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7/3 a 13/5 [Exposições] – O Instituto Tomie Ohtake realiza mostra inédita de Marco Maggi, consagrado artista uruguaio que vive entre Nova York e Montevideu

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Marco Maggi - Foto: Marti Cormand/DivulgaçãoMarco Maggi (Montevideu, 1957) é conhecido dos brasileiros principalmente por sua participação na 25ª Bienal Internacional de São Paulo e nas 3ª e 4ª edições da Bienal do Mercosul. Para Maggi, estamos fundando “a sociedade da informação desfuncional: a realidade se faz ilegível; e as artes visuais, invisíveis”.

Desinformação funcional, desenhos em português reúne 12 trabalhos realizados entre 2008 e 2012, entre os quais duas instalações que ilustram uma singular poética a favor do tempo, da dúvida e do devaneio. “Desenhar se parece com escrever em um idioma que não se lê, sou um promotor de pausas e minha intenção é sugerir uma mudança de protocolo que permita fazer visível o tempo”, afirma.

A mostra propõe um itinerário de 700 escalas, compostas de agrupamentos de folhas de papel abundantes e incisões sutis que estabelecem uma trama espacial a um só tempo compasso, topografia e desenho. O conjunto de trabalhos revela insólitas maneiras de operar o desenho: ora construídos por cortes sobre 500 folhas A4 emolduradas em caixa de acrílico, ora feitos a lápis sobre azulejos de argila, ou a grafite sobre a folha de grafite, entre várias outras estratégias e materiais. “Todo meu trabalho fica no limiar entre duas e três dimensões: a gravura e o desenho, o plano e a instalação, a linha que corta o papel e a micro escultura”, explica Maggi.

Segundo ele, deixar de entender e sentir-se inseguro é uma forma de reduzirmos a velocidade de nossas decisões e multiplicarmos a nossa atenção, sermos delicados e mais cuidadosos. “Esta mostra é um escândalo lento, uma detenção que pretende estimular a nossa frágil simpatia pelo insignificante”, completa. Além de seu vídeo Micro & Soft on Macintosh Apple, em cartaz permanente no MoMA, em New York, a obra do artista vem sendo exibida amplamente nos Estados Unidos, Europa e América Latina, desde 1998. Entre as exposições estão: No Idea, MoLAA, Long Beach, EUA (2012); Optimismo Radical, Fundación NC, Bogotá (2011); Poetics of the Handmade, Museum of Contemporary Art, Los Angeles, CA, EUA (2007); Doubtful Strait, TEOR/éTica Foundation, San José and Alajuela, Costa Rica (2006); Gyroscope, Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington DC, EUA (2006); Drawing from the Modern 1975-2005, Museum of Modern Art, New York (2005), The Fifth Gwangju Biennial, Korea (2004); The San Juan Triennial, Puerto Rico (2004); VIII Bienal de Havana , Cuba (2003).

Os trabalhos de Maggi pertencem a importantes coleções públicas e privadas como: MoMA, New York; Whitney Museum of American Art, New York; The Daros Collection, Zurich, Suíça; Patricia Phelps de Cisneros Collection, New York; Kemper Museum of Contemporary Art, Kansas City; Museum of Contemporary Art, Los Angeles; Museum of Fine Arts, Boston; Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington DC.

// SERVIÇO


Onde: Instituto Tomie Ohtake
Endereço: Rua Corope, 88 – Pinheiros – São Paulo/SP [Metrô Faria Lima]
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Terça-feira a domingo
Horário: das 11h às 20h
Temporada: De 7 de Março a 13 de Maio de 2012.
Gênero: Artes Plásticas, Contemporânea
Mais informações: Tel.: (11) 2245-1900

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 05426-010, Brasil

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2, 3, 23, 24/3 [Dança] – Intervenção de dança baseada no esporte de rua Le Parkour todas as quintas e sextas de Março no SESC Santana

Categoria : Arquivo

Le Parkour/DivuçgaçãoIntervenção de dança baseada no esporte de rua Le Parkour. Sequências de dança urbana, técnicas de parkour, breaking e improvisação dança-teatro ao vivo. Com Danilo Alves e Jerônimo Bittencourt acompanhados dos Bboys Aranha e Chaveirinho.
Classificação etária: Livre para todos os públicos

O que é Le Parkour (Fonte: Wikipédia)
Parkour (por vezes abreviado como PK) ou l’art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.

Uma técnica tradicional do Parkour; Uma Wall Climb para Top Out. O parkour foi criado na França, em Sarcelles, Lisses and Evry por David Belle. Quem pratica o esporte urbano Parkour é traceur.

// SERVIÇO


Onde: SESC Santana
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana – São Paulo/SP [Metrô Parada Inglesa
Acessibilidade: Acesso Universal
Quanto: GRÁTIS
Dias: Sexta-feira e Sábado
Horário: 20h
Temporada: 02, 03, 23, 24 de março de 2012
Gênero: Contemporânea
Mais informações: Tel. (11) 2971-8700

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Veja local no mapa:
São Paulo, 02085-100, Brasil